Entulho

Distinguindo o trágico do supérfluo

Archive for the ‘Ciência’ Category

EUA reconhecem mortes de guatemaltecos por sífilis

Posted by iscariotes em 6 de maio de 2017

Fonte: Carta Capital

Depois de mais de 60 anos, os Estados Unidos reconhecem que cientistas americanos fizeram experimentos com vírus da sífilis e gonorreia em mais de mil pessoas na Guatelama nos anos 1940. Os experimentos causaram a morte de 83 guatemaltecos à época. O reconhecimento foi feito pelo presidente Barack Obama nesta segunda-feira (29). após a conclusão da comissão presidencial para Estudos dos Assuntos da Bioética sobre o assunto.

O experimento, que contaminou 1,3 mil pessoas na Cidade da Guatemala, de acordo com a comissão, permaneceu em segredo por mais de seis décadas. Os EUA admitiram os testes em outubro de 2010, quando a secretária de Estado, Hillary Clinton, e a secretária da Saúde, Kathleen Sebelius, fizeram uma declaração conjunta desculpando-se pela pesquisa.

O grupo de investigação disse que os cientistas americanos infectaram prisioneiros, pacientes psiquiátricos e órfãos em estudos que testavam a abrangência da penicilina. Um relatório deverá ser divulgado no próximo mês com conclusões finais sobre o caso com recomendações e uma análise histórica para evitar que a situação se repita.

De acordo com a presidente da comissão, Amy Gutmann os cientistas “não pediram o consentimento das pessoas e as enganaram, não dando tratamento com penicilina às que estavam infectadas com sífilis e gonorreia”.

Por telefone, Obama pediu desculpas ao presidente da Guatemala, Álvaro Colom, dizendo que os estudos contrariam os valores norte-americanos. No começo deste ano, vários cidadãos guatemaltecos infectados à época e parentes das vítimas anunciaram que estavam abrindo um processo contra o governo americano.

No total, um grupo de 5,5 mil pessoas participaram dos estudos, sem saber dos riscos que corriam, segundo declarações de um dos investigadores, Stephen Hauser. Na relação dos infectados, apenas 700 receberam tratamento médico. Ao fim, 83 morreram.

A sífilis pode causar cegueira, distúrbios mentais e até a morte, caso os doentes não recebam o devido tratamento. Menos nociva e mais fácil de curar que a sífilis, a gonorreia pode se espalhar pelo organismo e até causar infertilidade nos homens.

A história dos experimentos americanos na Guatemala veio à tona no ano passado, fruto de uma pesquisa histórica da professora Susan Reverby, do Wellesley College, de Massachusetts. Segundo a acadêmica, o governo guatemalteco da época deu permissão aos estudos, que ocorreram entre 1946 e 1948.

Em https://www.cartacapital.com.br/internacional/eua-reconhecem-morte-de-83-guatemaltecos-em-experimento-sobre-sifilis

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Researchers released genetically modified mosquitos into Brazil three years ago

Posted by iscariotes em 4 de fevereiro de 2016

Fonte: Daily Mail

Concerns have been raised scientists could be to blame for the Zika virus outbreak after genetically modified insects were released into Brazil three years ago.

Didcot-based biotechnology company Oxitec worked on the same type of mosquito that carries the virus in 2012, engineering them to have offspring that die out before they can breed, reducing the population of disease-carrying bugs.

Some scientists questioned the wisdom of the plan at the time and it has led to critics claiming the modification could have sparked the current outbreak.

The Aedes mosquito, pictured, was genetically modified by British firm Oxitec in 2012 and released into Brazil to mate with disease carrying bugs and produce offspring that would quickly die off, reducing the numbers

The Aedes mosquito, pictured, was genetically modified by British firm Oxitec in 2012 and released into Brazil to mate with disease carrying bugs and produce offspring that would quickly die off, reducing the numbers

But Oxitec refuted these claims and has actually been asked to expand its work in Brazil to help tackle the outbreak, opening a new mosquito facility in Piracicaba.

Chief executive Hadyn Parry labelled the claims as ‘simply untrue’.

He added: ‘All vector control solutions – insecticides, traps, and ‘sterile’ mosquitoes get deployed in areas with a high incidence of disease to help stop the spread of the disease at its source.

Em http://www.dailymail.co.uk/news/article-3425381/Are-scientists-blame-Zika-virus-Researchers-released-genetically-modified-mosquitos-Brazil-three-years-ago.html

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Rothschild hereda una patente de semiconductores al desaparecer el MH37

Posted by iscariotes em 11 de maio de 2014

Fonte: RT

Cuatro días después de que el vuelo MH370 desapareciese, una patente de semiconductores fue aprobada por la oficina de patentes de EE.UU.

La patente se divide en partes de un 20% entre cinco titulares. Uno de los titulares es la propia empresa, Freescale Semiconductor, de Austin, Texas (EE.UU.), y los otros cuatro, empleados chinos de la compañía: Peidong Wang, Zhijun Chen, Zhijong Cheng y Li Ying, todos ellos de la ciudad de Suzhou. Y todos ellos pasajeros del avión de Malaysia Airlines desaparecido el 8 de marzo, según Eternity.

Si el titular de la patente muere, los demás titulares compartirán equitativamente los dividendos de la persona fallecida, siempre y cuando no se dispute en su testamento. Si cuatro de los cinco titulares de la patente mueren, entonces el titular de la patente que queda con vida consigue el 100% de la patente. Ese titular de la patente restante es la empresa Freescale Semiconductor.

¿A quién pertenece Freescale Semiconductor? La respuesta es: a Jacob Rothschild. El multimillonario británico es el propietario de la empresa Blackstone, la cual a su vez posee la compañía Freescale.

Varias especulaciones en la Red ya han prestan atención a este circunstancia.

Los Rothschild son una dinastía de financistas y banqueros internacionales de origen judeoalemán. La familia es desde el siglo XIX uno de los más influyentes linajes de banqueros y financieros de Europa.

En http://actualidad.rt.com/actualidad/view/123046-rothschild-hereda-patente-semiconductores-avion-malasio

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Tribunal da Nova Zelândia rejeita primeiro refugiado climático

Posted by iscariotes em 1 de dezembro de 2013

Fonte: Público

Ioane Teitiota perdeu a última batalha para se transformar no primeiro refugiado climático oficialmente reconhecido. Um tribunal de Auckland, na Nova Zelândia, indeferiu um recurso deste homem de 37 anos, natural do arquipélago de Kiribati, que solicitara asilo alegando que não pode regressar ao seu país devido aos riscos das alterações climáticas.

Com altitude média de dois metros acima do nível do mar, Kiribati é dos países mais vulneráveis às alterações climáticas

Com altitude média de dois metros acima do nível do mar, Kiribati é dos países mais vulneráveis às alterações climáticas

Tal como outros Estados compostos de ilhas no Pacífico, o Kiribati é considerado um dos países mais vulneráveis ao aquecimento global. São 32 pequenas ilhas e atóis que estão, em média, apenas dois metros acima do nível do mar. Com a perspectiva da subida dos oceanos em até 82 centímetros, em média, até ao final do século, muitas áreas do país ficarão debaixo de água.

Ioane Teitiota vive na Nova Zelândia há seis anos e tem três filhos nascidos no país. Mas enfrenta agora um processo de deportação, uma vez que a sua autorização de residência expirou.

Para evitar o regresso, Teitiota pediu asilo, ao abrigo de uma convenção internacional, alegando que é perseguido, de forma passiva, pela vulnerabilidade do seu país às alterações climáticas. Além de comer-lhe parte do território, a subida do nível do mar está a exacerbar os efeitos das ondas e das tempestades, poluindo as águas subterrâneas e inviabilizando terras agrícolas.

Mas a convenção, assinada após a II Guerra Mundial em 1951, estabelece que os casos de perseguição que justificam um pedido de asilo têm a ver com a acção directa humana. “Se voltar ao Kiribati, [Teitiota] não sofrerá uma violação sistemática e sustentada dos seus direitos humanos básicos, como direito à vida”, justifica o juiz do tribunal de Auckland, na sentença proferida esta semana.

O caso já tinha sido indeferido por um tribunal de instância inferior, pelos mesmos motivos. O recurso agora também falhou, mas o julgamento relançou a discussão sobre futuros refugiados climáticos e sobre como a legislação actual não leva em conta este novo problema.

Em http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/tribunal-da-nova-zelandia-rejeita-primeiro-refugiado-climatico-1614337

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Organização Mundial da Saúde classifica poluição do ar como cancerígena

Posted by iscariotes em 17 de outubro de 2013

Fonte: Agência Lusa

Genebra – A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a poluição do ar como cancerígena para os seres humanos, anunciou hoje (17) o Centro Internacional para Pesquisa do Câncer (Iarc, da sigla em inglês), uma agência especializada da organização.

“O ar que respiramos se tornou poluído com uma mistura de substâncias causadoras de câncer. Sabemos hoje que a poluição é, não só um risco importante para a saúde em geral, como também uma das principais causas das mortes por câncer”, afirmou Kurt Straif, da Iarc, em uma conferência de imprensa em Genebra.

Os pesquisadores da Iarc concluíram que “há provas suficientes” de que “a exposição à poluição do ar provoca câncer de pulmão” e aumenta “o risco de câncer da bexiga”, depois de analisarem estudos envolvendo milhares de pessoas acompanhadas durante várias décadas.

Embora a composição da poluição e os níveis de exposição variem acentuadamente entre diferentes locais, a agência afirma que esta classificação se aplica “a todas as regiões do mundo”. A poluição do ar já era cientificamente considerada como causa de doenças respiratórias e cardiovasculares.

Em comunicado, a agência afirma que os níveis de exposição à poluição aumentaram significativamente em algumas zonas do mundo, principalmente aquelas que se estão se industrializando rapidamente e são muito populosas.

Segundo a Iarc, dados de 2010 indicam que 223.000 mortes por câncer de pulmão foram causadas pela poluição do ar. A agência mediu a presença de poluentes específicos e misturas de químicos no ar e as conclusões apresentadas hoje se baseiam na qualidade do ar em geral.

“A nossa tarefa era avaliar o ar que todas as pessoas respiram e não focarmos em poluentes específicos”, explicou Dana Loomis, da agência. “Os resultados dos estudos apontam na mesma direção: o risco de desenvolver câncer de pulmão aumenta significativamente para as pessoas expostas à poluição do ar”, acrescentou.

A Iarc vai publicar as conclusões do estudo, de forma pormenorizada, na semana que vem, na revista médica britânica The Lancet.

Em http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-17/organizacao-mundial-da-saude-classifica-poluicao-do-ar-como-cancerigena

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Espanha privatiza o sol. Proibido gerar energia para autoconsumo

Posted by iscariotes em 3 de setembro de 2013

Fonte: Urbsmagna

O sol foi privatizado na Espanha: se autoridades espanholas surpreenderem algum cidadão espanhol instalando placas de luz solar para consumo próprio poderão aplicar-lhe multa de até 30 milhões de euros.

Na Espanha, as companhias de eletricidade morrem de medo de uma desestabilização do consumo de energia elétrica. Cometer o sacrilégio de se tornar independente, energeticamente falando, pode custar muito caro. O sol agora é só para poucos privilegiados como ex-presidentes e ex-ministros, os quais são conselheiros oficiais destas empresas captadoras de luz solar.
A União Espanhola Fotovoltaica (UNEF), que agrupa 300 empresas e representa 85% do setor, assegura que se alguém resolve implantar receptores de luz do sol isso sairia mais caro do que recorrer ao consumo convencional.

Porém, na Espanha, o sol foi privatizado sem a consulta aos seus cidadãos, ao sistema solar ou ao universo etcétera… A posibilidade de produzir tua própria eletricidade utilizando recursos renováveis — placas solares ou pequenos moinhos eólicos instalados en uma propiedade privada — é algo muito atrativo para os lares espanhóis. “De cada 50 chamadas telefônicas ao mês, 35 são de particulares interessados no auto-consumo”, assegura Francesc Mateu, gerente da Sol Gironés, empresa especializada en energia renovável e pioneira neste setor.
O Governo espanhol se propôs implantar o auto-consumo energético pouco a pouco sem que se altere o sistema elétrico vigente. Para isso se reserva o direito de elevar e baixar as taxas, ou “pedágios” (pedágios?) específicos, que denominan “de respaldo”, conforme o setor evoluir. “Nós vamos implantar um “pedágio” para a energia recebida do sol”, resume Mario Sorinas da empresa Electrobin, com mais de 20 anos de experiência em energia solar.

A autarquia de energia é mais do que consolidada em países como os EUA ou o Japão. Muitos países europeus a têm implementado com diferentes fórmulas. “É o futuro”, dizem os especialistas em energia. Gerar sua própria eletricidade com energia renovável e dar uma pausa para o meio ambiente e o bolso. Há também a possibilidade de transferir o excesso de energia para utilitários e recuperá-lo quando necessário ou vender diretamente, o que é conhecido como o consumo de líquido equilibrado.

Agora, na Espanha, você pode produzir energia privada e consumi-la na hora. A legislação mais recente é de 2011. Antes não era rentável. Houve uma redução de até 80% de energia fotovoltaica nos últimos cinco anos e o aumento das contas de energia elétrica tornaram-se uma opção de poupança muito interessante em tempos de crise. Quando não há sol ou vento, você tem que se envolver na rede e pagar a fatura normal.

Dom Gironés, por exemplo, com 14 funcionários, está se dando bem com o consumo instantâneo. “Ele está trabalhando bem, especialmente com frigoríficos de carne que dependem da armazenagem a frio, e no qual a conta de luz leva pelo menos 15% dos seus custos fixos anuais”, diz o gerente. Com estes novos sistemas se reduz entre 20% e 30% do consumo, e até agora, não se pagam impostos de qualquer espécie para este tipo de geração de energia.

O Yacht Club Estartit, localizada em Pals (Girona), é um dos seus clientes. Eles elaboraram um plano de cinco anos para que 20% de seu consumo seja de energia renovável. Atualmente, painéis solares geram 7%. “Estamos muito perto de um parque natural com um grande impacto sobre o meio ambiente”, diz Eugeni Figa, o seu diretor. Seus planos também incluem moinhos de vento.

Na Galiza, os irmãos Dominguez detêm a liderança de energias renováveis ​​desde 1998. “Nós éramos quatro maltrapilhos”, diz Manuel. Em 2007, eles fizeram os seus próprios escritórios para o fornecimento com um painel solar. Embora o consumo tenha projetos na Espanha, a maior parte do seu mercado está fora do país, em grandes parques do Chile, México, Romênia e Inglaterra.

A reforma energética se aqueceu enormemente em energias renováveis. “De todos os cenários possíveis, este é o pior”, fala José Donoso, presidente da Fotovoltaica União Espanhola (UNEF), que representa 85% da atividade do setor. “Mas ainda nada específico foi aprovado para o consumo”, acrescenta ele. Donoso refere-se ao aumento da parcela fixa da conta de energia elétrica, e representará um aumento de 77% nesta seção para obter uma taxa, algo interno que os produtores nacionais não podem prescindir, e uma queda de 23% no consumo, o que reduz a auto-produção.

Com as mudanças conhecidas até agora, o tempo de retorno da energia fotovoltaica cresce consideravelmente. Se antes da reforma era necessário 12 anos para recuperar o investimento em uma instalação residencial de 2,4 quilowatts de potência agora vai exigir 23, de acordo com estimativas da UNEF.

No entanto, há sempre alguém que já trabalha olhando e percebendo tudo ao redor. Sun Gironés garante que seus clientes estão reduzindo o contrato de energia, que registrou maior aumento na conta, porque o consumo instantâneo permite que eles tenham suas necessidades energéticas cobertas. Outro de seus objetivos é fazer o consumo interno rentável.

Em http://urbsmagna.wordpress.com/2013/07/24/espanha-privatiza-o-sol-proibido-gerar-energia-para-autoconsumo/

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Agrotóxicos causam morte de abelhas nos EUA

Posted by iscariotes em 10 de agosto de 2013

Fonte: Adital

Estudos apontam que agrotóxicos são responsáveis por dizimar a população de abelhas nos EUA. Um estudo identificou algumas das prováveis causas da morte das abelhas. Os resultados são assustadores e mostram que evitar o que já estão chamando de ‘Armagedom das abelhas’ será muito mais difícil do que se pensava anteriormente.

Cientistas da Universidade de Maryland e do Departamento de Agricultura dos EUA identificaram um caldeirão de pesticidas e fungicidas contaminando o pólen recolhido pelas abelhas para alimentarem suas colmeias. As substâncias suspeitas incluem agrotóxicos, parasitas transmissores de doenças e má nutrição.

Embora os cientistas sejam cautelosos ao salientar que as conclusões não vinculam diretamente os pesticidas à companhia Desordem do Colapso das Colônias (DCC), que dizimou cerca de 10 milhões de colmeias, no valor de US$ 2 bilhões, nos últimos seis anos. O pólen foi contaminado, em média, por nove pesticidas e fungicidas diferentes, contudo os cientistas já descobriram 21 agrotóxicos em uma única amostra. Sendo oito deles associados ao maior risco de infecção por parasitas.

O estudo descobriu outra complicação nos esforços para salvar as abelhas: as abelhas norte-americanas, que são descendentes de abelhas europeias, não trazem para casa o pólen das culturas nativas norte-americanas, mas coletam de ervas daninhas e flores silvestres próximas. O pólen dessas plantas, no entanto, também estava contaminado com pesticidas, mesmo não sendo alvo de pulverização.

Em http://www.adital.org.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=76930

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Cientistas argentinos e cubanos lançam vacina para câncer de pulmão

Posted by iscariotes em 2 de agosto de 2013

Fonte: Brasil de Fato

Após 18 anos de estudos, cientistas argentinos e cubanos lançaram oficialmente a vacina para o câncer de pulmão avançado. O lançamento ocorreu em Buenos Aires em junho deste ano, e a vacina já está sendo comercializada na Argentina. Laboratórios de 25 países, entre eles o Brasil, estão interessados em obter a licença de fabricação.

Com este medicamento, os cientistas esperam transformar o câncer avançado em uma doença crônica que possa ser controlada por períodos prolongados, como o diabetes e a hipertensão arterial. Ainda não foi possível precisar se a vacina é uma solução à doença, mas ela aumenta a esperança de vida dos pacientes, ao estimular o sistema imunológico do corpo humano.

“A vacina reativa o sistema imunológico do paciente, para que ele possa criar anticorpos contra as células cancerígenas”, explicou, em entrevista a Agência Brasil, o médico Daniel Alonso, um dos pesquisadores argentinos. “Não substitui tratamentos existentes, como quimioterapia ou radioterapia. Mas contribui para aumentar a sobrevida do paciente”, disse.

Segundo Alonso, a maioria dos pacientes só descobre que tem a doença quando o câncer no pulmão está em estado avançado. Como os tumores são provocados por células do próprio organismo, que sofreram mutação, o sistema imunológico não detecta um corpo estranho e, portanto, não reage. Os médicos usam quimioterapia e radioterapia para matar as células cancerígenas, mas os dois tratamentos também destroem outros tecidos.

Doença

O câncer de pulmão é considerado um dos mais mortais que existem, causando por volta de 1,4 milhões de mortes por ano, segundo estimativas da OMS (Organização Mundial da Saúde).

A vacina, chamada Racotumomab (Vaxira) e desenvolvida pelo CIM (Centro de Imunologia Molecular de Cuba), foi aplicada com resultados favoráveis em pacientes da ilha caribenha entre os anos 2008 e 2011. (com informações da Agência Brasil e do Vermelho).

Em http://www.brasildefato.com.br/node/14890

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Effect of a conditional cash transfer programme on childhood mortality: a nationwide analysis of Brazilian municipalities

Posted by iscariotes em 9 de julho de 2013

Fonte: The Lancet

Summary

Background
In the past 15 years, Brazil has undergone notable social and public health changes, including a large reduction in child mortality. The Bolsa Familia Programme (BFP) is a widespread conditional cash transfer programme, launched in 2003, which transfers cash to poor households (maximum income US$70 per person a month) when they comply with conditions related to health and education. Transfers range from $18 to $175 per month, depending on the income and composition of the family. We aimed to assess the effect of the BFP on deaths of children younger than 5 years (under-5), overall and resulting from specific causes associated with poverty: malnutrition, diarrhoea, and lower respiratory infections.

Methods
The study had a mixed ecological design. It covered the period from 2004—09 and included 2853 (of 5565) municipalities with death and livebirth statistics of adequate quality. We used government sources to calculate all-cause under-5 mortality rates and under-5 mortality rates for selected causes. BFP coverage was classified as low (0·0—17·1%), intermediate (17·2—32·0%), high (>32·0%), or consolidated (>32·0% and target population coverage ≥100% for at least 4 years). We did multivariable regression analyses of panel data with fixed-effects negative binomial models, adjusted for relevant social and economic covariates, and for the effect of the largest primary health-care scheme in the country (Family Health Programme).

Findings
Under-5 mortality rate, overall and resulting from poverty-related causes, decreased as BFP coverage increased. The rate ratios (RR) for the effect of the BFP on overall under-5 mortality rate were 0·94 (95% CI 0·92—0·96) for intermediate coverage, 0·88 (0·85—0·91) for high coverage, and 0·83 (0·79—0·88) for consolidated coverage. The effect of consolidated BFP coverage was highest on under-5 mortality resulting from malnutrition (RR 0·35; 95% CI 0·24—0·50) and diarrhoea (0·47; 0·37—0·61).

Interpretation
A conditional cash transfer programme can greatly contribute to a decrease in childhood mortality overall, and in particular for deaths attributable to poverty-related causes such as malnutrition and diarrhoea, in a large middle-income country such as Brazil.

Funding
National Institutes of Science and Technology Programme, Ministry of Science and Technology, and Council for Scientific and Technological Development Programme (CNPq), Brazil.

Em http://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736%2813%2960715-1/fulltext

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Benito Muros: “Me persiguen por crear una bombilla que no se funde”

Posted by iscariotes em 28 de maio de 2013

Fonte: El Economista

La batería del móvil se muere a los dos años, un ordenador a los cuatro, para la nevera ya no hay repuestos pasados los ocho años y de repente, un buen día, la televisión dice adiós, así por las buenas. “Nada que hacer, le sale mejor comprar otra”. ¿Les suena el diagnóstico? A Benito Muros, presidente de la SOP (Sin Obsolescencia Programada), sí le suena. Y por eso está amenazado de muerte.

Eso de la SOP da miedo.
¡No! Se trata de un movimiento que denuncia la obsolescencia programada. Luchamos para que las cosas duren lo que tengan que durar, pero los fabricantes de aparatos electrónicos los programan para que duren un tiempo determinado y obligan así a los usuarios a comprar otros nuevos. ¡Y la ley lo permite!

¿Se mueren así, de repente?
El consumo de nuestra sociedad se basa en productos con fecha de caducidad. Cambiar esto supondría cambiar nuestro modelo de producción y optar por un sistema más sostenible. Los fabricantes deben ser conscientes de que las crisis de endeudamiento como la que vivimos son evitables, y que podemos detener el crimen ecológico.

¡Uff! La lavadora de mi madre duró 35 años, por lo menos.
Y ahora a los seis ya da problemas y mejor tirarla. También antes había unas medias de nailon irrompibles.

¿No se hacían carreras? ¿Dónde se venden?
[La pregunta, en este caso, es de la fotógrafa]. Se dejaron de fabricar, por eso, porque duraban demasiado. Pero hoy todavía queda una bombilla que lleva encendida 111 años en un parque de bomberos en Livermore (California). De ahí me surgió la idea de crear, junto con otros ingenieros, una línea de iluminación que dure toda la vida.

¿No se funde nunca?
¡Nunca! Dura más de cien años, pero como no lo veremos, ofrecemos una garantía de 25.

No se ve en los lineales de los grandes almacenes…
No, porque las distribuidoras nos dicen que viven de las que se funden. Incluso hemos tenido ofertas millonarias para no sacarla al mercado.

¿Y cuánto cuesta su bombilla?
Comprada online, unos 37 euros. A los fabricantes no les interesa.

¿Un genio o un loco?
Ni lo uno ni lo otro. Sólo buscamos una sociedad más justa. Aunque eso suponga estar amenazado de muerte.

Parece una película de ciencia ficción.
(Nos muestra la denuncia): “Señor Muros, usted no puede poner en el mercado sus sistemas de iluminación. Usted y su familia serán aniquilados”.

¿Merece la pena ser un héroe por una bombilla?
Merece la pena luchar por una sociedad donde no se viva del usar y tirar, aunque se pase miedo.

http://www.eleconomista.es/hpymes/noticias/4290506/10/12/Me-persiguen-por-crear-una-bombilla-que-no-se-funde.html

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