Entulho

Distinguindo o trágico do supérfluo

Archive for maio \17\UTC 2017

This is the proof that the 1% have been running the show for 800 years

Posted by iscariotes em 17 de maio de 2017

Fonte: Quartz

A family’s status in society can persist for eight centuries or more, according to a new study by two economists using the educational status and surnames in England between 1170 and 2012. That’s 28 whole generations.

Surnames were first adopted by the upper classes in England, mainly the Norman, Breton, and Flemish conquerors of England in 1066, usually from their estates in Normandy and recorded in the Domesday Book of 1086, the nation’s oldest surviving public record and effectively, the first census conducted. Many of these surnames persist: Baskerville, Darcy, Montgomery, Neville, Percy, and Talbot. Many of these have persisted at the very top of society for generations.

Attendance at Oxford or Cambridge has an even stronger correlation. Just consider some of the barriers to entry, such as the fact that Oxbridge (as the two universities are known in Britain) had its own special entrance exams until 1986, and until 1940, the exams for Oxford included a test in Latin. And this despite the fact that attendance to all British universities was free until 1986. “Social status is more strongly inherited even than height,” writes Gregory Clark of the University of California, Davis and Neil Cummins of the London School of Economics. “This correlation is unchanged over centuries. Social mobility in England in 2012 was little greater than in preindustrial times.”

And before 1902, there was little public support for university education in England. Most scholarships went to students from the elite secondary schools to help them excel in the scholarship exams, not because they were poor and talented. The scientists expected that the expansion of state support in the 60 years to the 1980s for secondary and college education would stem the tide of the same names appearing. “There is no evidence of this,” they said. “The earlier surname elite persisted just as tenaciously after 1950 as before.”

In fact, all the social and economic changes we take for granted haven’t made a lick of difference to the correlation between elite and best-educated surnames and social status. “Even more remarkable is the lack of a sign of any decline in status persistence across major institutional changes, such as the Industrial Revolution of the eighteenth century, the spread of universal schooling in the late nineteenth century, or the rise of the social democratic state in the twentieth century,” they said.

This study is not the first to show how entrenched wealth has become. Quartz has written on how the bottom 90% of US families are no wealthier than in 1986 and Thomas Piketty’s examination of capitalism met with rapturous reviews. But Cummins and Clark’s work does show how far it goes.

Em https://qz.com/301150/this-is-the-proof-that-the-1-have-been-running-the-show-for-800-years/

 

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Mega ataque de ransomware pode ter usado ferramenta de exploit da NSA

Posted by iscariotes em 13 de maio de 2017

Fonte: IDG Now

Um ataque de ransomware parece estar se espalhando pelo mundo, usando uma ferramenta de hacking que pode ter vindo da Agência de Segurança Nacional dos EUA. O ransomware, chamado Wanna Decryptor, atingiu hospitais no National Health Service da Inglaterra, nessa sexta-feira, 12/5, derrubando parte de sua rede.

A equipe de resposta de computador da Espanha, a CCN-CERT, também alertou sobre um “ataque maciço”, em meio a relatos de que a empresa de telecomunicações local Telefonica foi atingida.

Funcionários da Telefonica reportaram que foram orientados a desligar seus computadores. E que o problema teria afetado também os sistemas da seguradora espanhola Mapfre, do banco BBVA e até alguns funcionários da Telefonica no Brasil – funcionários de outras empresas brasileiras também relatam ter sido atingidos pelo ataque.

“A Telefônica Brasil informa que seus serviços não foram afetados pelo incidente. A empresa informa também que os dados dos clientes estão absolutamente seguros e que eles podem continuar usando os serviços normalmente”, afirmou a empresa em nota enviada ao IDG Now!.

O ransomware, também conhecido como WannaCry, explora uma vulnerabilidade do Windows divulgada no mês passado quando ferramentas de hacking usadas pela NSA vazou na internet.

Segundo a Kaspersky, o ataque já afetou mais de 45 mil computadores em mais de 70 países pelo mundo, incluindo Brasil e EUA, além de diversos locais da Europa.

As ferramentas incluem uma invasão de codinome EternalBlue, que torna o sequestro de sistemas Windows mais fácil. Ela se destina especificamente ao protocolo Server Message Block (SMB) no Windows, utilizado para fins de compartilhamento de arquivos.

A Microsoft já corrigiu a vulnerabilidade, mas apenas para sistemas Windows mais recentes. Os antigos, como o Windows Server 2003, não são mais suportados, mas ainda são amplamente utilizados entre as empresas, de acordo com especialistas em segurança.

Isso pode ter animado os hackers. O desenvolvedor do Wanna Decryptor parece ter adicionado as supostas ferramentas hackers da NSA ao código do ransomware, disse Matthew Hickey, diretor do provedor de segurança, em um e-mail.

A empresa de segurança Avast disse ter detectado o ransomware atacando principalmente a Rússia, Ucrânia e Taiwan. Outra empresa de pesquisa de segurança, MalwareTech, criou uma página de monitoramento dos ataques. Eles parecem ter ido para todo o mundo.

O ransomware Wanna Decryptor  ataca criptografando todos os arquivos em um PC infectado, juntamente com qualquer outro sistema na rede onde o PC está conectado. Em seguida, exige um resgate de cerca de US$300 a US$600 em bitcoin para liberar os arquivos, ameaçando excluí-los após um período definido de dias se o montante não for pago.

Especialistas em segurança estão orientando as organizações a corrigirem  sistemas vulneráveis, atualizar para as versões mais recentes seus sistemas operacionais e fazer backups de arquivos críticos.

Em http://idgnow.com.br/internet/2017/05/12/mega-ataque-do-ransomware-wanna-decryptor-derruba-sistemas-em-todo-o-mundo/

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Cantor Fitzgerald Settles 9/11 Suit Against American Airlines for $135 Million

Posted by iscariotes em 6 de maio de 2017

Fonte: NY Times

More than a dozen years after the Sept. 11 attacks, a last major piece of litigation against the airline industry and other defendants moved toward an end on Tuesday, as the Wall Street firm Cantor Fitzgerald revealed that it would settle its lawsuit for $135 million.

Cantor had accused American Airlines of negligence in allowing five terrorists to board the plane in Boston that crashed into the World Trade Center’s north tower, killing 658 of Cantor’s almost 1,000 employees in New York.

No amount of money, of course, could compensate Cantor or its families for the losses on Sept. 11, but the agreement, announced less than a month before the case was to be tried in Manhattan, followed years of legal sparring over what damages Cantor could seek.

After the proceeding, Cantor’s chairman, Howard W. Lutnick, said in a statement: “For the insurance companies, this was just another case, just another settlement, but not for us. We could never, and will never, consider it ordinary. For us, there is no way to describe this compromise with inapt words like ordinary, fair or reasonable. All we can say is that the legal formality of this matter is over.”

http://www.nytimes.com/2013/12/18/nyregion/cantor-fitzgerald-settles-9-11-lawsuit-for-135-million.html

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EUA reconhecem mortes de guatemaltecos por sífilis

Posted by iscariotes em 6 de maio de 2017

Fonte: Carta Capital

Depois de mais de 60 anos, os Estados Unidos reconhecem que cientistas americanos fizeram experimentos com vírus da sífilis e gonorreia em mais de mil pessoas na Guatelama nos anos 1940. Os experimentos causaram a morte de 83 guatemaltecos à época. O reconhecimento foi feito pelo presidente Barack Obama nesta segunda-feira (29). após a conclusão da comissão presidencial para Estudos dos Assuntos da Bioética sobre o assunto.

O experimento, que contaminou 1,3 mil pessoas na Cidade da Guatemala, de acordo com a comissão, permaneceu em segredo por mais de seis décadas. Os EUA admitiram os testes em outubro de 2010, quando a secretária de Estado, Hillary Clinton, e a secretária da Saúde, Kathleen Sebelius, fizeram uma declaração conjunta desculpando-se pela pesquisa.

O grupo de investigação disse que os cientistas americanos infectaram prisioneiros, pacientes psiquiátricos e órfãos em estudos que testavam a abrangência da penicilina. Um relatório deverá ser divulgado no próximo mês com conclusões finais sobre o caso com recomendações e uma análise histórica para evitar que a situação se repita.

De acordo com a presidente da comissão, Amy Gutmann os cientistas “não pediram o consentimento das pessoas e as enganaram, não dando tratamento com penicilina às que estavam infectadas com sífilis e gonorreia”.

Por telefone, Obama pediu desculpas ao presidente da Guatemala, Álvaro Colom, dizendo que os estudos contrariam os valores norte-americanos. No começo deste ano, vários cidadãos guatemaltecos infectados à época e parentes das vítimas anunciaram que estavam abrindo um processo contra o governo americano.

No total, um grupo de 5,5 mil pessoas participaram dos estudos, sem saber dos riscos que corriam, segundo declarações de um dos investigadores, Stephen Hauser. Na relação dos infectados, apenas 700 receberam tratamento médico. Ao fim, 83 morreram.

A sífilis pode causar cegueira, distúrbios mentais e até a morte, caso os doentes não recebam o devido tratamento. Menos nociva e mais fácil de curar que a sífilis, a gonorreia pode se espalhar pelo organismo e até causar infertilidade nos homens.

A história dos experimentos americanos na Guatemala veio à tona no ano passado, fruto de uma pesquisa histórica da professora Susan Reverby, do Wellesley College, de Massachusetts. Segundo a acadêmica, o governo guatemalteco da época deu permissão aos estudos, que ocorreram entre 1946 e 1948.

Em https://www.cartacapital.com.br/internacional/eua-reconhecem-morte-de-83-guatemaltecos-em-experimento-sobre-sifilis

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