Entulho

Distinguindo o trágico do supérfluo

Archive for setembro \11\UTC 2015

Tequila, Painted Pearls, and Prada: How the CIA Helped Produce ‘Zero Dark Thirty’

Posted by iscariotes em 11 de setembro de 2015

Fonte: Vice

On April 21, 2011, Mark Boal called the CIA to tell them he was going to Afghanistan.

The previous year, the screenwriter had been at a dinner when CIA director Leon Panetta asked Boal to alert the agency if he ever traveled to the country. At the time, Boal was working on a movie called Tora Bora, about the CIA’s failure to capture Osama bin Laden in the immediate aftermath of the 9/11 attacks. The title referred to the region in eastern Afghanistan where the US felt it had let bin Laden slip through its fingers during a battle in December 2001.

But less than two weeks after Boal made the call, a team of Navy SEALs raided the al Qaeda leader’s compound in Pakistan and killed him. Boal would not be going to Afghanistan after all.

Instead, he stopped writing the script for Tora Bora and began writing a different screenplay about what one lawmaker called “the most classified mission in history” — the killing of bin Laden. That movie, which Boal would work on with director Kathryn Bigelow, would become the 2012 Oscar-winning film Zero Dark Thirty. And the CIA would play a huge role in the creation of the script.

* * *

The previously undisclosed detail about Boal’s phone call to the CIA was included in more than 100 pages of internal CIA documents obtained exclusively by VICE News in response to a Freedom of Information Act (FOIA) lawsuit. The documents contain the most detailed information to date about the controversial role the CIA played in the production of Zero Dark Thirty (ZDT).

Included in the trove of redacted agency records is a March 2014 CIA Office of Inspector General report titled “Alleged Disclosure of Classified Information by Former D/CIA” —D/CIA refers to the director of the Central Intelligence Agency, Leon Panetta — and a separate September 2013 report from the inspector general’s office titled “Potential Ethics Violations Involving Film Producers.”

The ethics report contains remarkable details about how Bigelow and Boal gave CIA officers gifts and bought them meals at hotels and restaurants in Los Angeles and Washington, DC — much of which initially went unreported by the CIA officers — how they won unprecedented access to secret details about the bin Laden operation, and how they got agency officers and officials to review and critique the ZDT script.

Representative Peter King, the Republican congressman from New York and the former chairman of the House Committee on Homeland Security, had pressed the inspectors general at CIA and Department of Defense in August 2011, a month after Panetta left the CIA to serve as secretary of defense, to investigate the alleged disclosures to Boal and Bigelow. This came after news reports claimed that high-ranking Obama administration officials granted the filmmakers extraordinary access to classified details about the bin Laden operation, and that the disclosures led to the arrests of Pakistanis who assisted the CIA in the operation. King’s objections were centered around the fact that the movie was originally slated for release a month before the 2012 presidential election — it ended up premiering in December — and that it would have been used by Obama’s reelection campaign.

The CIA worked with Bigelow and Boal at a time when the agency’s so-called enhanced interrogation program was under scrutiny by Democrats on the Senate Intelligence Committee. They were working on what came to be known as the Senate torture report, about the efficacy of the techniques to which CIA captives were subjected. The report concluding that those techniques did not yield unique or actionable intelligence and had nothing to do with tracking down bin Laden. ZDT, however, strongly suggested that the use of torture led the agency to bin Laden, a narrative that current and former CIA officials promoted in numerous op-eds and interviews after bin Laden was killed. That the narrative was so prominently featured in ZDT angered Senator Dianne Feinstein, the Democratic chairwoman of the Senate Intelligence Committee, who fired off a letter to the president of Sony Pictures objecting to what she called a “false narrative.”

To this day, the CIA vigorously defends its use of so-called “enhanced interrogation.” This week, several former agency officials, including one who met with Bigelow and Boal, are releasing a book titled Rebuttal that defends the agency’s enhanced interrogation program and harshly criticizes the Senate Intelligence Committee’s report.

* * *

The inspector general’s reports said the CIA’s working relationship with the filmmakers began in 2010, a year before bin Laden was killed.

“Based on a review of documentation and interviews, the inspector general’s office determined the CIA’s cooperation with filmmakers Mark Boal and Kathryn Bigelow began in 2010 when Panetta and Bigelow met at an event where Bigelow discussed her film project ‘Tora Bora,’ a film project involving the CIA’s failure to capture [bin Laden], and Panetta offered the Agency’s assistance.”

Within days of bin Laden’s death, Boal secured meetings with CIA officials and counterterrorism officers. According to the inspector general’s report about potential ethics violations by CIA officers, Boal also sent a letter to George Little, then the director of the CIA’s Office of Public Affairs, shortly after news broke about bin Laden’s death.

Boal wished to discuss his new plan: Scrapping the script for Tora Bora and instead telling the story of how the CIA managed to find and kill bin Laden. Less than three weeks after bin Laden’s death, Boal and Michael Feldman, a public relations representative for Tora Bora, met with CIA officials to discuss the new project.

Em https://news.vice.com/article/tequila-painted-pearls-and-prada-how-the-cia-helped-produce-zero-dark-thirty

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Polícia brasileira é a que mais mata no mundo, diz Anistia Internacional

Posted by iscariotes em 8 de setembro de 2015

Fonte: Jornal do Brasil

A força policial brasileira é a que mais mata no mundo, segundo relatório da organização Anistia Internacional, divulgado nessa segunda-feira (7).

Em 2012, foram 56 mil homicídios no Brasil. Em 2014, 15,6% dos homicídios forem feitos por policiais. De acordo com o relatório da Anistia Internacional, os policiais atiram em pessoas que já se renderam, que já estão feridas e sem uma advertência que permitisse que o suspeito se entregue. O levantamento se concentrou na Zona Norte do Rio de Janeiro, que inclui a Favela de Acari.

Entre as vítimas da violência policial no Rio, entre 2010 e 2013, 99,5% eram homens. Quase 80% das vítimas eram negras e três em cada quatro, 75%, tinham idades entre 15 e 29 anos.

A Anistia Internacional acompanhou 220 investigações sobre mortes causadas por policiais desde 2011. Em quatro anos, em apenas um caso, o policial chegou a ser formalmente acusado pela Justiça. Em 2015, desses 220 casos, 183 investigações ainda não tinham sido concluídas.

Em http://www.jb.com.br/pais/noticias/2015/09/07/policia-brasileira-e-a-que-mais-mata-no-mundo-diz-anistia-internacional/?from_rss=None

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Avião da UFMG bate recordes de velocidade

Posted by iscariotes em 2 de setembro de 2015

Fonte: Meio Bit

O Anequim pesa menos que a maioria dos blogueiros. Seu nome vem do tubarão, mas suas linhas são muito mais aerodinâmicas. Suas asas de fibra de carbono são construídas com precisão de 0,002 polegadas. Geram 1/3 do arrasto de um Cessna.

Ao contrário da maioria dos aviões experimentais essa beleza que deixaria Howard Hughes sexualmente excitado foi toda projetada em computador, os moldes dos painéis e as peças feitas em máquinas CNC. O motor, um Lycoming IO-360 é um dos mais comuns na aviação de pequeno porte. Lançado em 1955, é do tempo dos carburadores e magnetos, produzindo modestos 180 hp.

Ele foi modificado para funcionar com injeção eletrônica, controle de disparo, aumentaram a compressão dos cilindros e deixaram pra trás o limite de 2.700 RPM. A versão customizada e tunada entrega uma potência de 280 Harry Potters.

O objetivo do Anequim é bater os recordes da categoria, de aviões de quatro cilindros e na sua faixa de peso — 330 kg — metade disso motor. Mais de 500 km/h é uma meta respeitável, poucos aviões a pistão no mundo chegam a isso.

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O Anequim existe por causa do sonho de um brasileiro voador. Não, não o Santos Dumont, está mais pra Kelly Johnson. O brasileiro em questão? Paulo Iscold (à dir.), Professor de Engenharia Aeronáutica da Universidade Federal de Minas Gerais.

Mordido pelo bicho da aviação aos 10 anos de idade, Paulo direcionou sua carreira para o alto, tendo trabalhado na Red Bull (aquela empresa de energéticos que tem um programa espacial melhor que o nosso). Seu mentor foi um amigo do pai, Cláudio Barros, Professor de Engenharia da UFMG e que em 1963 construiu o primeiro planador brasileiro, usando como base o único livro de design aeronáutico que achou na biblioteca da universidade.

Paulo Iscold foi tão chato que quando Cláudio estava pra se aposentar Paulo o convenceu a ficar na UFMG até ele se formar.

Na Academia existe uma separação onde quem faz é mal-visto, mas Cláudio e Paulo não compraram esse peixe. A filosofia era aprender fazendo, e ainda estudante Cláudio desafiou Iscold a quebrar um recorde mundial atingido pelo AR-5, avião mais rápido na categoria, voando a mais de 340 km/h.

Como aqui é Brasil, Cláudio Barros entrou com US$ 500,00 do próprio bolso, um amigo do Iscold deu metade do salário (US$ 150,00) como um investimento inicial, e depois de vários anos nasceu o 308, antecessor do Anequim. Recordes foram quebrados, missão dada é missão cumprida.

Construído e projetado por alunos de mestrado e graduação da UFMG, supervisionados por Paulo Iscold, o Anequim fez seu primeiro vôo no final do ano passado, e agora foi levado ao limite. O resultado? Cinco recordes mundiais batidos:

Velocidade em percurso de 3 km com altitude restrita: 521,08 km/h
Recorde anterior: 466,83 km/h

Velocidade em percurso de 15 km: 511,19 km/h
Recorde anterior: 455,8 km/h

Velocidade em percurso fechado de 100 km: 490,14 km/h
Recorde anterior: 389,6 km/h

Velocidade em percurso fechado de 500 km: 493,74 km/h
Recorde anterior: 387,4 km/h

Tempo para atingir 3.000 m de altitude: 2 minutos e 26 segundos
Recorde anterior: 3 minutos e oito segundos

Aqui o primeiro vôo dele:

Em http://meiobit.com/325343/anequim-aviao-projetado-na-ufmg-bate-recordes-de-velocidade/

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