Entulho

Distinguindo o trágico do supérfluo

China launches crude oil futures trading

Posted by iscariotes em 5 de abril de 2018

Fonte: EN

China launched trading of the yuan-denominated crude oil futures contracts at the Shanghai International Energy Exchange on March 26 2018. [Photo: Securities Times]

China on Monday launched trading of the yuan-denominated crude oil futures contracts at the Shanghai International Energy Exchange, which is the first futures listed on China’s mainland to overseas investors.

The listed futures for trading are contracts to be delivered from September this year to March 2019. The benchmark prices of 15 contracts were set at 416 yuan (65.8 U.S. dollars), 388 yuan and 375 yuan per barrel, varied by delivery dates.

Li Qiang, Shanghai’s Party chief, and Liu Shiyu, chairman of China Securities Regulatory Commission, together rang the gong to open the trading session.

The opening price of the SC1809 contract started at 440 yuan per barrel.

Twenty minutes after the opening, 14,000 transactions were changed hands.

Trading margins for the futures are set at 7 percent of the contract value. The upward and downward trading limits are at 5 percent, with the trading limits on the first trading day set at 10 percent of the benchmark prices.

Overseas investors can invest in the future contracts through various measures. At the beginning, U. S. dollars can be used as deposit and for settlement. In the future, more currencies will be used as deposit.

“China is the world’s largest importer of crude oil and the introduction of RMB-denominated crude oil futures contract represents a milestone for China’s Futures Market,” said David Martin, Asia Pacific Head of Global Clearing at J.P. Morgan.

Em http://en.people.cn/n3/2018/0326/c90000-9441491.html

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Senado aprova acordo entre Brasil e EUA para uso pacífico do espaço

Posted by iscariotes em 15 de março de 2018

Fonte: EBC

Sob protestos da oposição, o plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (13) o decreto que autoriza o acordo entre Brasil e Estados Unidos para uso pacífico do espaço exterior. A parceria permite cooperação nas áreas de ciência e tecnologia espacial e foi assinada em 2011, mas precisa da aprovação dos parlamentares dos dois países para entrar em vigor.

Na semana passada, os senadores aprovaram o acordo internacional sobre o transporte aéreo entre as duas nações.

O decreto legislativo aprova a continuidade do acordo anterior, assinado em 1996. O objetivo do tratado é desenvolver atividades de cooperação bilateral para voos espaciais, ciências da Terra e demais ciências.

Ao relatar a matéria, a senadora Ana Amélia (PP-RS), defendeu a importância da medida para o desenvolvimento de parceria da agência espacial norte-americana (Nasa) com órgãos brasileiros como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA).

No relatório, Ana Amélia cita facilidades que poderão ser implementadas, como a “liberação alfandegária gratuita e isenção de todos os tributos aduaneiros, taxas e impostos aplicáveis sobre a importação ou a exportação dos bens necessários à implementação do Acordo”.

Aprovado de forma simbólica pelos senadores presentes na sessão, o decreto será agora promulgado pelo Congresso Nacional. O acordo vale por 20 anos e entra em vigor assim que for concluída a comunicação entre os dois países informando a conclusão dos procedimentos internos para aprovação do acordo, o que, do lado brasileiro, deve ocorrer nos próximos dias.

Durante a votação, senadores oposicionistas criticaram o fato de o Parlamento brasileiro aprovar o acordo no momento em que os Estados Unidos aumentaram as taxas de importação de aço, o que prejudicará as vendas brasileiras. A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) defendeu a retirada de pauta do projeto como uma demonstração de que o Senado se contraponha a medidas protecionistas de outros países.

“Sei da importância dessa matéria, mas eu não creio que analisar medidas, neste momento, de acordos e compromissos com os Estados Unidos, sem levar em conta o conceito da reciprocidade, seja uma coisa menor, pelo contrário. Este Parlamento precisa discutir, sim, as regras de relação entre os países no caso dos acordos comerciais. E, da mesma forma que a diplomacia brasileira defende a lei da reciprocidade em outros momentos, nós também, nessas questões, temos que ter muito claro o interesse nacional e a possibilidade de reagirmos a isso”, afirmou.

Já o senador José Serra (PSDB-SP), apesar de classificar de “deplorável” a atitude dos Estados Unidos, defendeu a aprovação do acordo. “Eu não concordo com a ideia de que, como represália às medidas adotadas, nós não assinemos o acordo de 2011. Por quê? Porque esse acordo é do interesse do Brasil, ou seja, nós vamos estar nos punindo como reação a uma punição que os Estados Unidos fizeram. A ciência espacial brasileira já está sofrendo impactos da não aprovação ainda do acordo e está ameaçada uma nova cooperação entre o Inpe, o ITA e a Nasa de lançar e operar um pequeno satélite essencial para monitorar o clima espacial”, disse, mencionando prejuízos que podem ocorrer na agricultura de precisão, na exploração de petróleo e na aviação.

Acordo de Céus Abertos

Na última quarta-feira (7), os senadores aprovaram outro acordo internacional entre Brasil e Estados Unidos, assinado em 2011, na área do transporte aéreo. Aprovado também por meio de decreto legislativo, o projeto cria um marco legal para a operação de serviços aéreos entre os dos países. Denominado Acordo de Céus Abertos, o texto retira barreiras burocráticas que impediam um maior número de voos internacionais, mediante princípios da “livre competição e com o mínimo de interferência e regulação governamental”.

Ao relatar o projeto do acordo, o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) defendeu a ampliação do tratado sobre transporte aéreo assinado pelos dois países em 1989. Segundo Anastasia, a cooperação vai “ampliar” a estrutura jurídica e facilitar a continuidade de uma relação que é “mutuamente benéfica”.

“Nesse sentido, convém destacar também que os maiores favorecidos pelo acordo serão os usuários do transporte público por aeronaves de passageiros, bagagem, carga e mala postal. Essa circunstância há de, por si só, incrementar a economia, o comércio e o turismo entre as Partes”, afirmou o senador, na ocasião.

Edição: Nádia Franco

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Presidente Trump veta compra de Qualcomm por Broadcom, por razões de segurança nacional

Posted by iscariotes em 15 de março de 2018

Fonte: Observador

Seria o negócio do ano, envolvendo um valor superior a 140 mil milhões de dólares (114 mil milhões de euros.. Na verdade, seria o negócio de vários anos — a maior aquisição de sempre no setor tecnológico, já que a Broadcom, sediada em Singapura, há muito persegue a rival Qualcomm, que fabrica de microchips para empresas como a Apple. Donald Trump assinou uma ordem executiva a proibir o negócio, citando razões ligadas à “segurança nacional”.

De acordo com a ordem executiva assinada pelo presidente dos EUA, existem “provas credíveis” de que a Broadcom poderia, uma vez controlando a gigante norte-americana Qualcomm, “tomar medidas que poderiam colocar em risco a segurança dos EUA”.

O que estará em causa? A China. E a hegemonia tecnológica desde logo na produção de chips de conectividade 5G, que vão ser o novo padrão da rapidez das comunicações sem fios.

A Broadcom tem sede formal em Singapura, mas já tem a maior parte das operações nos EUA. A questão não será tanto o domicílio fiscal da empresa compradora mas, mais, a sua abordagem empresarial. Ao tentar comprar uma empresa que investe fortemente em inovação e desenvolvimento (a Qualcomm), pelo seu historial a Broadcom poderia ter uma maior tendência para reduzir esse investimento em novas tecnologias, enfraquecendo a Qualcomm e, possivelmente, vendendo partes da empresa.

O que é que isso poderia significar? Que, com menos concorrência por parte da Qualcomm, a chinesa Huawei teria via aberta para se tornar a líder em tecnologias-chave como o 5G.

A explicação que está a ser avançada é que, tendo em conta o tipo de práticas empresariais da Broadcom, poderia haver uma preocupação de que eles poderiam cortar de forma significativa no investimento em novas tecnologias, em especial no 5G, enfraquecendo a Qualcomm e a posição norte-americana, já que permitiria à Huawei, uma empresa chinesa, tomar a dianteira”, comentou Stacy Rasgon, analista da Bernstein Research, citada pela CNBC.

Esta explicação é mais do que apenas especulação. Na semana passada o Departamento do Tesouro dos EUA abriu uma investigação e escreveu uma carta às equipas jurídicas envolvidas neste negócio. Essa investigação confirmou que a chinesa Huawei era vista como uma ameaça neste importante segmento do 5G.

Estamos todos no início de uma corrida, e o 5G é a jóia da coroa em que todos querem estar presentes — todas as regiões estão a correr nesse sentido. E no atual enquadramento político nos EUA e em outras regiões do mundo, toda a gente está a assumir uma abordagem mais conservadora no que diz respeito a fusões e aquisições, numa tentativa de proteger os seus domínios”, afirma Mario Morales, consultor da IDC, em declarações à BBC.

A Qualcomm já tinha rejeitado uma investida por parte da Broadcom, em novembro, por considerar que a proposta não correspondia ao valor da empresa que é líder na produção de chips para smartphones. Mas a Broadcom não desistiu e ofereceu mais dinheiro, ao ponto de se acreditar que desta vez o negócio seguiria em frente.

O poder executivo, porém, interveio e desfez qualquer hipótese de a aquisição avançar. A Broadcom já reagiu: está a analisar a ordem executiva mas deixa claro que “discorda claramente que a proposta de aquisição da Qualcomm possa criar quaisquer ameaças ao nível da segurança nacional”.

Em https://observador.pt/2018/03/13/presidente-trump-veta-compra-de-qualcomm-por-broadcom-por-razoes-de-seguranca-nacional/

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Telebras e norte-americana Viasat firmam parceria para uso de satélite

Posted by iscariotes em 15 de março de 2018

Fonte: Valor

A Telebras e a Viasat, empresa americana de comunicação, firmaram contrato estratégico de capacidade de satélites de longo prazo para o SGDC 1 – Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas, de propriedade da Telebras, para serviço de banda larga a clientes residenciais especialmente em áreas menos assistidas pelas teles. O acordo foi assinado em 23 de fevereiro de 2018, e visa avançar no uso comercial da capacidade da banda Ka do SGDC 1.

Com a parceria, as duas empresas têm como objetivo trazer internet de alta velocidade e acessível para comunidades subatendidas e não atendidas em cinturões urbanos, bem como em áreas rurais e remotas em todo o Brasil.

Os termos específicos do contrato não foram tornados públicos pelas companhias. No entanto, as empresas detalharam, em comunicado, que o arranjo foi fundamentado em um modelo bem sucedido de compartilhamento de receita, e no qual a Telebras espera que oportunidades de mercado recém-habilitadas possam gerar mais de US$ 1 bilhão em receitas para a empresa nos próximos 10 anos.

Ainda de acordo com as empresas, os equipamentos da Viasat já começaram ser enviados para o Brasil em fevereiro de 2018. O serviço inicial da parceria entre as duas companhias deverá começar em abril de 2018.

O SGDC 1, segundo a Telebras, é um satélite de modelo HTS (High Throughput Satellite) com cobertura em todo o território brasileiro e áreas costeiras, e capacidade de aproximadamente 58 Gigabites por segundo (Gbps), o que representa, sozinho, a soma da capacidade de todos os satélites atualmente cobrindo o Brasil, de acordo com a Telebras. A Viasat, por sua vez, oferece serviços de banda larga residencial, empresarial e governamental, usando seus próprios satélites.

Em http://www.valor.com.br/empresas/5346929/telebras-e-americana-viasat-firmam-parceria-para-uso-de-satelite

 

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NOW MATTIS ADMITS THERE WAS NO EVIDENCE ASSAD USED POISON GAS

Posted by iscariotes em 28 de fevereiro de 2018

Fonte: Newsweek

Lost in the hyper-politicized hullabaloo surrounding the Nunes Memorandum and the Steele Dossier was the striking statement by Secretary of Defense James Mattis that the U.S. has “no evidence” that the Syrian government used the banned nerve agent Sarin against its own people.

This assertion flies in the face of the White House (NSC) Memorandum which was rapidly produced and declassified to justify an American Tomahawk missile strike against the Shayrat airbase in Syria.

Mattis offered no temporal qualifications, which means that both the 2017 event in Khan Sheikhoun and the 2013 tragedy in Ghouta are unsolved cases in the eyes of the Defense Department and Defense Intelligence Agency.

Mattis went on to acknowledge that “aid groups and others” had provided evidence and reports but stopped short of naming President Assad as the culprit.

There were casualties from organophosphate poisoning in both cases; that much is certain. But America has accused Assad of direct responsibility for Sarin attacks and even blamed Russia for culpability in the Khan Sheikhoun tragedy.

Now its own military boss has said on the record that we have no evidence to support this conclusion. In so doing, Mattis tacitly impugned the interventionists who were responsible for pushing the “Assad is guilty” narrative twice without sufficient supporting evidence, at least in the eyes of the Pentagon.

This dissonance between the White House and the Department of Defense is especially troubling when viewed against the chorus of weapons of mass destruction (WMD) experts who have been questioning the (Obama and Trump) White House narratives concerning chemical weapons in Syria since practically the moment these “Assad-ordered events” occurred.

Serious, experienced chemical weapons experts and investigators such as Hans Blix, Scott Ritter, Gareth Porter and Theodore Postol have all cast doubt on “official” American narratives regarding President Assad employing Sarin.

These analysts have all focused on the technical aspects of the two attacks and found them not to be consistent with the use of nation-state quality Sarin munitions.

The 2013 Ghouta event, for example, employed home-made rockets of the type favored by insurgents. The White House Memorandum on Khan Sheikhoun seemed to rely heavily on testimony from the Syrian White Helmets who were filmed at the scene having contact with supposed Sarin-tainted casualties and not suffering any ill effects.

Likewise, these same actors were filmed wearing chemical weapons training suits around the supposed “point of impact” in Khan Sheikhoun, something which makes their testimony (and samples) highly suspect. A training suit offers no protection at all, and these people would all be dead if they had come into contact with real military-grade Sarin.

Chemical weapons are abhorrent and illegal, and no one knows this more than Carla Del Ponte. She, however, was unable to fulfill her U.N. Joint Investigative Mechanism mandate in Syria and withdrew in protest over the United States refusing to fully investigate allegations of chemical weapons use by “rebels” (jihadis) allied with the American effort to oust President Assad (including the use of Sarin by anti-Assad rebels).

The fact that U.N. investigators were in Syria when the chemical weapon event in Khan Sheikhoun occurred in April 2017 makes it highly dubious that Assad would have given the order to use Sarin at that time. Common sense suggests that Assad would have chosen any other time than that to use a banned weapon that he had agreed to destroy and never employ.

Furthermore, he would be placing at risk his patronage from Russia if they turned on him as a war criminal and withdrew their support for him.

Tactically, as a former soldier, it makes no sense to me that anyone would intentionally target civilians and children as the White Helmet reports suggest he did.

There is compelling analysis from Gareth Porter suggesting that phosphine could have been released by an airborne munition striking a chemical depot, since the clouds and casualties (while organophosphate-appearing in some respects) do not appear to be similar to MilSpec Sarin, particularly the high-test Russian bomb-carried Sarin which independent groups like “bellingcat” insist was deployed.

America’s credibility was damaged by Colin Powell at the United Nations in 2003 falsely accusing Saddam Hussein of having mobile anthrax laboratories. Fast forward to 2017 and we encounter Nikki Haley in an uncomfortably similar situation at the U.N. Security Council calling for action against yet another non-Western head-of-state based on weak, unsubstantiated evidence.

Now Secretary Mattis has added fuel to the WMD propaganda doubters’ fire by retroactively calling into question the rationale for an American cruise missile strike.

While in no way detracting from the horror of what took place against innocent civilians in Syria, it is time for America to stop shooting first and asking questions later.

http://www.newsweek.com/now-mattis-admits-there-was-no-evidence-assad-using-poison-gas-his-people-801542

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Blowback: ISIS Got A Powerful Missile The CIA Secretly Bought In Bulgaria

Posted by iscariotes em 15 de janeiro de 2018

Fonte: Buzzfeed

A guided anti-tank missile ended up in the hands of ISIS terrorists less than two months after the US government purchased it in late 2015 — highlighting weaknesses in the oversight and regulation of America’s covert arms programs, according to information published Thursday by an arms monitoring group called Conflict Armament Research (CAR).

Though the report says the missile was purchased by the US Army using a contractor, BuzzFeed News has learned that the real customer appears to have been the CIA. It was part of the spy agency’s top secret operation to arm rebels in Syria to fight the forces of Syrian President Bashar al-Assad. The missile ended up in the hands of ISIS fighters in Iraq, according to the report.

The CIA declined to comment on the Obama-era program to back Syrian rebels, which was canceled by President Trump in July. The Pentagon did not provide information in time for publication.

The missile is one piece of a critical puzzle that is being solved only now, with ISIS on the run: How did the vast terror group arm its war machine? CAR spent three years tracking ISIS weapons as they were recovered by Iraqi, Syrian, and Kurdish forces — and found that what happened to the missile was no aberration. Indeed, the terror group managed to divert “substantial quantities of anti-armour ammunition” from weapons provided to Syrian opposition forces by the US or Saudi Arabia.

As BuzzFeed News has reported, the US equips proxy armies in Syria, Iraq, and Afghanistan with weapons such as AK-47s and rocket-propelled grenades made in Russia and Eastern Europe. The investigators from CAR found that the policy has sometimes backfired, allowing America’s enemies to obtain arms meant for its allies. “Evidence collected by CAR indicates that the United States has repeatedly diverted EU-manufactured weapons and ammunition to opposition forces in the Syrian conflict,” the report states. ISIS, it continues, “rapidly gained custody of significant quantities of this materiel.”

The report lists 12 cases where Eastern European weapons originally sent to the US military or US contractors appear to have been diverted, somehow, to ISIS.

The weapon purchased by the US government in 2015, a 9M111B missile, is highly portable and can land a devastating charge with pinpoint accuracy on tanks, trucks, or buildings.

BuzzFeed News has been tracking the CIA’s procurement of 9M111 missiles as part of the deal for three years. In 2014, the CIA issued a contract to obtain 600 such missiles to Kiesler Police Supply, two sources said. Kiesler is a small Indiana company that frequently contracts with the CIA, according to experts in arms dealing. According to the CAR report, the contract for the missile that ended up in the possession of ISIS was handled by Kiesler.

The Indiana firm acquired those missiles from a Bulgarian company called SAGE Consulting, sources familiar with the transaction told BuzzFeed News. Bulgaria is a major source of the weapons that the US and other powers use to arm client armies.

In an email this summer, Kiesler declined to discuss the issue, writing that “we are not contractually authorized to disclose any information.” The company also insisted it was not to blame for where the weapons ended up. “Once Kiesler delivers its products to the customer, it does not have visibility with respect to the Government’s handling, use or disposition of the material,” it said.

On Wednesday, a woman who answered the phone at Kiesler hung up immediately. Then, after she was called again, she said that “we don’t talk to the media.”

SAGE, a well-known broker in the Bulgarian capital Sofia, declined a request for interviews with BuzzFeed News. But two Bulgarian arms dealers say SAGE has indeed been manufacturing the 9M111 missile, at a factory called VMZ, for the US government. “They make them only for the Americans,” one said, adding that the US buys as many as SAGE can manufacture.

Em https://www.buzzfeed.com/aramroston/blowback-isis-got-a-powerful-missile-the-cia-secretly?utm_term=.lfzo1D3jd#.jv0DE9g0N

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Medida Provisória reduz impostos para petroleiras estrangeiras

Posted by iscariotes em 6 de dezembro de 2017

Fonte: Clube de Engenharia

A Câmara dos Deputados aprovou, em 29 de novembro último, o texto-base da Medida Provisória (MP) 795/2017, encaminhada pelo Governo Federal, que estabelece redução de impostos, até 2040, das empresas petrolíferas estrangeiras que atuam na exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás no Brasil. Por 208 votos a 184, a medida agora segue para o Senado Federal e, se aprovada, será promulgada e convertida em lei.

A MP entrou em vigor em agosto, quando foi assinada pelo presidente Michel Temer, mas precisa ser aprovada pelo Congresso até 15 de dezembro para não caducar. Originalmente, o texto estabelecia o regime tributário especial até 2022, mas o relator da matéria na Câmara, deputado Julio Lopes (PP-RJ), estendeu o benefício até 2040. O texto estabelece isenção do Imposto de Importação (II), do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e das respectivas contribuições para o Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP), e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS).

Trata-se de mais uma medida que contribui para o esfacelamento da engenharia brasileira e da indústria aqui instalada, a exemplo da retirada da obrigatoriedade da participação da PETROBRÁS na exploração do pré-sal e  do abandono da política de conteúdo local. Em 25 de outubro, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional, formada por deputados e senadores de diferentes partidos e lançada no Clube de Engenharia em 2 de outubro, divulgou manifesto em que critica a MP: “Atingiu-se o ápice da pirataria institucional com a tentativa de compra das petroleiras estrangeiras de uma legislação para não pagar impostos, ou pagar o mínimo deles, na exploração do pré-sal. Lembremos que o pré-sal, quando descoberto e confirmado, era visto como fantástico instrumento de redenção econômica para o Brasil”, dizia o documento.

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) também criticou a MP. Para ela, os bens de capital usados na exploração e produção de petróleo que possuam similar nacional, devem ter importação taxada. Esse é o meio de assegurar proteção ao desenvolvimento e aos empregos da indústria aqui instalada.

Isenções poderiam chegar a R$1 trilhão

Em estudo técnico, a Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados calcula que a redução de receita tributária em Imposto de Renda (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) poderá ser superior a 1 trilhão de reais nos campos do pré-sal. Além disso, ao contrário das práticas internacionais, a MP incentiva a importação de bens de alto valor agregado, em detrimento dos fornecedores locais. “Em suma, a exploração e produção petrolífera no Brasil, especialmente nos campos da extraordinária província do pré-sal, caminham para uma situação de baixíssima participação governamental e para baixíssimos índices de conteúdo local com a edição da MP”, diz o texto.

Soberania nacional 

Em momento de grave crise na engenharia nacional, o incentivo  a petroleiras estrangeiras é notícia de destaque na imprensa internacional. O jornal inglês The Guardian noticiou que o ministro de Comércio do Reino Unido, Greg Hands, viajou ao Brasil em março para fazer lobby a favor da redução de impostos para petroleiras que atuam no país. Na ocasião, o ministro se encontrou com Paulo Pedrosa, secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia. Telegrama oficial, segundo o The Guardian, informa que gigantes estrangeiras do setor de petróleo e gás, como a BP, Premier Oil e Shell, pressionaram o governo britânico em prol do lobby por redução de impostos no Brasil, deixando evidente o ataque à nossa soberania.

Em http://www.portalclubedeengenharia.org.br/info/medida-provisoria-reduz-impostos-para-petroleiras-estrangeiras

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Jornalista que investigava Panama Papers assassinada em explosão

Posted by iscariotes em 20 de novembro de 2017

Fonte: TVi24

A jornalista que liderava a investigação Panama Papers em Malta morreu num ataque à bomba perto de casa, na segunda-feira. Segundo o jornal The Guardian, Daphne Caruana Galizia, de 53 anos, morreu depois de um engenho explosivo ter desfeito em pedaços o seu carro, um Peugeot 108.

Caruana Galizia tinha um blog, chamado Running Commentary, que atraia muitos leitores e que foi comparado ao Wikileaks pelo influente jornal norte-americano Politico.

A jornalista partilhou aquele que viria a ser o seu último texto às 14:35 e o alerta sobre a explosão foi recebido pela polícia pouco depois das 15:00. Um dos filhos ouviu a explosão do interior da casa e correu para o local.

De acordo com a imprensa do país, Caruana Galizia apresentou queixa na polícia há 15 dias, afirmando que estava a receber ameaças de morte.

Nos últimos dois anos, a jornalista, que dizia não ter qualquer filiação partidária, investigava os Panama Papers, cerca de 11,5 milhões de documentos provenientes da sociedade de advogados Mossack Fonseca que foram divulgados por um consórcio de jornalistas de investigação.

Em revelações recentes, Caruana Galizia apontou o dedo ao primeiro-ministro de Malta, Joseph Muscat, e a dois dos seus principais aliados. Em causa estava a relação de empresas offshore ligadas a estes homens com a venda de passaportes de Malta e pagamentos do governo do Azerbeijão.

Em http://www.tvi24.iol.pt/internacional/malta/jornalista-que-investigava-panama-papers-assassinada-em-explosao

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NSA DOCUMENT SAYS SAUDI PRINCE DIRECTLY ORDERED COORDINATED ATTACK BY SYRIAN REBELS ON DAMASCUS

Posted by iscariotes em 25 de outubro de 2017

Fonte: Intercept

A LOOSELY KNIT collection of Syrian rebel fighters set up positions on March 18, 2013, and fired several barrages of rockets at targets in the heart of Damascus, Bashar al-Assad’s capital. The attack was a brazen show of force by rebels under the banner of the Free Syrian Army, targeting the presidential palace, Damascus International Airport, and a government security compound. It sent a chilling message to the regime about its increasingly shaky hold on the country, two years after an uprising against its rule began.

Behind the attacks, the influence of a foreign power loomed. According to a top-secret National Security Agency document provided by whistleblower Edward Snowden, the March 2013 rocket attacks were directly ordered by a member of the Saudi royal family, Prince Salman bin Sultan, to help mark the second anniversary of the Syrian revolution. Salman had provided 120 tons of explosives and other weaponry to opposition forces, giving them instructions to “light up Damascus” and “flatten” the airport, the document, produced by U.S. government surveillance on Syrian opposition factions, shows.

The Saudis were long bent on unseating Assad. Salman was one of the key Saudi officials responsible for prosecuting the war in Syria, serving as a high-ranking intelligence official before being promoted to deputy minister of defense later in 2013.

The NSA document provides a glimpse into how the war had evolved from its early stages of popular uprisings and repression. By the time of the March 2013 attack, arguably the most salient dynamic in the conflict was the foreign powers on both sides fueling what appeared to be a bloody, entrenched stalemate. The document points to how deeply these foreign powers would become involved in parts of the armed uprising, even choosing specific operations for their local allies to carry out.

“A revolution, a proxy war, and a civil war are not necessarily mutually exclusive of each other,” said Aron Lund, an expert on Syria at The Century Foundation, a New York-based think tank. “All these things can exist simultaneously in the same country, as seems to have been the case in Syria.”

The uprising against the Assad regime in 2011 was in line with a wave of civil revolutions that broke out across the Middle East that year. Thousands of people living under much-reviled dictatorships sought to overthrow their rulers, launching mass demonstrations and sometimes engaging in armed attacks. Inspired by initial successes in Tunisia and Egypt, Syrians took to the streets in huge numbers. But their uprising would not be able to chart the same peaceful trajectory. In response to the protests, the Assad regime and its security forces waged an open war against their own people, refusing to countenance any change in power.

The crackdown shocked international observers. The then-largely civilian uprising, faced with extermination or resistance, took up arms. Assad’s response, though, coupled with the burgeoning revolution, also opened the door for the involvement of unscrupulous foreign powers. Since the conflict began, both sides of Syria’s civil war have received significant support from abroad. Opposition groups got help from Turkey, Qatar, and Saudi Arabia, while the government has been propped up by the efforts of Iran and Russia.

The March 2013 attacks in Damascus provide a concrete example of the role that foreign powers played in the day-to-day reality of the conflict. A number of videos posted by Syrian opposition media on the day of the attacks purport to show rebel fighters firing rockets at the same sites mentioned in the U.S. document. Local media reports from that day described an attack in which rockets struck within the areas of the presidential palace, a local government security branch, and the airport. A representative of the U.K.-based Syrian Observatory for Human Rights quoted in a story the next day reporting the attacks, stating that they were unable to confirm whether they resulted in casualties.

The U.S. document, based on surveillance of “opposition plans and operations,” did not indicate whether the attacks deliberately targeted civilians or involved any extremist groups — but it did show that American spies found out about the attacks several days before they were launched.

Analyzing the videos of the attacks posted online by opposition factions, Lund said, “There appear to be several different groups involved, all identifying themselves as different factions of the ‘Free Syrian Army,’ and all apparently linking back to the same sponsor.”

Because of the fragmentary nature of the Syrian opposition since the early days of the conflict, it is difficult to know who else received arms or what strategy, if any, was being employed by outside sponsors to try and place various factions under central control. Over time, however, this chaotic strategic environment aided the cause of terrorist groups in Syria, as well as the regime.

THE NSA DOCUMENT speaks to a defining question faced by the Syrian opposition — and any insurgent group: Where to get weapons and supplies?

In Syria, the uprising’s arms initially came from defecting army units that, outraged at the regime’s crackdown, joined the opposition. Among those who turned against Assad were high-ranking officials like Lt. Col. Hussein al-Harmoush, an army officer who had denounced the Syrian dictator after a wave of massacres in 2011. (Harmoush was likely abducted in Turkey and returned to Syria. After giving a videotaped “confession” on Syrian state television after his return, he has not been heard from since.)

“Refusenik” officers like Harmoush helped found the original armed groups that coalesced into the “Free Syrian Army,” a name that was more of a brand for the opposition than a singular entity. Groups identifying themselves as Free Syrian Army adopted Syria’s old independence flag and began conducting small operations across the country to defend protesters and requisition arms. Over time, the Free Syrian Army came to represent a diverse spectrum of nationalist opposition, Muslim Brotherhood-aligned Islamists, and family and tribal networks that took up arms to defend their villages and towns. (In contrast, hardline Islamists like Al Qaeda-affiliated Jabhat al-Nusra and the Islamic State did not take up the Free Syrian Army name or flag, due to their ideological opposition to nationalism.)

Em https://theintercept.com/2017/10/24/syria-rebels-nsa-saudi-prince-assad/?comments=1#comments

 

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Ex-militar dos EUA sobre alegada evacuação do Daesh: ‘Estamos salvando nossos aliados’

Posted by iscariotes em 11 de setembro de 2017

Fonte: Sputnik

Na quinta-feira (7), a Sputnik recebeu a informação de que a Força Aérea dos EUA tinha evacuado mais de 20 chefes militares e militantes do Daesh de Deir ez-Zor nos fins de agosto durante a operação bem-sucedida das forças governamentais sírias para libertar a área dos terroristas. Os militantes teriam sido levados ao norte da Síria. A coalizão internacional negou a informação.

Comentando essa informação, Karen Kwiatkowski, ex-tenente-coronel da Força Aérea dos EUA, disse à Sputnik Internacionalque os evacuados deviam ser pessoas que os militares e a inteligência dos EUA queriam defender, “mais precisamente pessoas com provas que poderiam ser usadas contra os EUA [durante] negociações”.

“É mais do que lógico que nós queiramos ou matar aquelas pessoas ou retirá-las antes que os sírios as possam interrogar”, opinou Kwiatkowski.

Segundo o ex-militar, as relações que a CIA, alguns militares e parte do Departamento de Estado têm com o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia) começaram antes da administração de Donald Trump.

Ele sublinhou que a CIA realiza suas próprias operações sem consultar ninguém, inclusive Trump, que, por sua vez, tem mostrado “firmeza sobre eliminação destes terroristas”.

Kwiatkowski explicou que os projetos encobertos da CIA não precisam de aprovação diária do presidente. Se aquela evacuação foi um destes projetos, “é um procedimento operacional comum sem eles se preocuparem muito com o que o presidente diz em discursos destinados para consumo do povo norte-americano”, ressaltou.

Daesh fighter

 

Ele também comentou que as notícias sobre a evacuação de terroristas de Deir ez-Zor contradizem a campanha pública de Washington contra o Daesh, pois a mídia local diz que os norte-americanos estão matando o Daesh e não salvando.

“Sem dúvidas, estamos salvando nossos aliados. Mas, de certo modo, estamos salvando as pessoas que têm trabalhado conosco, que estão tratando dos aspetos financeiros de nossa ajuda ao Daesh […]”, afirmou.

As notícias sobre a alegada operação de salvação dos comandantes do Daesh em Deir ez-Zor fez com que especialistas russos se dirigissem ao presidente Trump para comentar diretamente as afirmações, ignorando quaisquer comentários da CIA ou do Pentágono.

Em entrevista à Sputnik, o analista militar russo Igor Korotchenko disse que Trump “deve comentar isso e declarar claramente se a evacuação de comandantes do Daesh foi autorizada por ele próprio […] ou se os serviços secretos dos EUA agiram sem a aprovação dele”.

Em https://br.sputniknews.com/opiniao/201709109316512-evacuacao-daesh-eua-salvar-aliados/

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