Entulho

Distinguindo o trágico do supérfluo

Blowback: ISIS Got A Powerful Missile The CIA Secretly Bought In Bulgaria

Posted by iscariotes em 15 de janeiro de 2018

Fonte: Buzzfeed

A guided anti-tank missile ended up in the hands of ISIS terrorists less than two months after the US government purchased it in late 2015 — highlighting weaknesses in the oversight and regulation of America’s covert arms programs, according to information published Thursday by an arms monitoring group called Conflict Armament Research (CAR).

Though the report says the missile was purchased by the US Army using a contractor, BuzzFeed News has learned that the real customer appears to have been the CIA. It was part of the spy agency’s top secret operation to arm rebels in Syria to fight the forces of Syrian President Bashar al-Assad. The missile ended up in the hands of ISIS fighters in Iraq, according to the report.

The CIA declined to comment on the Obama-era program to back Syrian rebels, which was canceled by President Trump in July. The Pentagon did not provide information in time for publication.

The missile is one piece of a critical puzzle that is being solved only now, with ISIS on the run: How did the vast terror group arm its war machine? CAR spent three years tracking ISIS weapons as they were recovered by Iraqi, Syrian, and Kurdish forces — and found that what happened to the missile was no aberration. Indeed, the terror group managed to divert “substantial quantities of anti-armour ammunition” from weapons provided to Syrian opposition forces by the US or Saudi Arabia.

As BuzzFeed News has reported, the US equips proxy armies in Syria, Iraq, and Afghanistan with weapons such as AK-47s and rocket-propelled grenades made in Russia and Eastern Europe. The investigators from CAR found that the policy has sometimes backfired, allowing America’s enemies to obtain arms meant for its allies. “Evidence collected by CAR indicates that the United States has repeatedly diverted EU-manufactured weapons and ammunition to opposition forces in the Syrian conflict,” the report states. ISIS, it continues, “rapidly gained custody of significant quantities of this materiel.”

The report lists 12 cases where Eastern European weapons originally sent to the US military or US contractors appear to have been diverted, somehow, to ISIS.

The weapon purchased by the US government in 2015, a 9M111B missile, is highly portable and can land a devastating charge with pinpoint accuracy on tanks, trucks, or buildings.

BuzzFeed News has been tracking the CIA’s procurement of 9M111 missiles as part of the deal for three years. In 2014, the CIA issued a contract to obtain 600 such missiles to Kiesler Police Supply, two sources said. Kiesler is a small Indiana company that frequently contracts with the CIA, according to experts in arms dealing. According to the CAR report, the contract for the missile that ended up in the possession of ISIS was handled by Kiesler.

The Indiana firm acquired those missiles from a Bulgarian company called SAGE Consulting, sources familiar with the transaction told BuzzFeed News. Bulgaria is a major source of the weapons that the US and other powers use to arm client armies.

In an email this summer, Kiesler declined to discuss the issue, writing that “we are not contractually authorized to disclose any information.” The company also insisted it was not to blame for where the weapons ended up. “Once Kiesler delivers its products to the customer, it does not have visibility with respect to the Government’s handling, use or disposition of the material,” it said.

On Wednesday, a woman who answered the phone at Kiesler hung up immediately. Then, after she was called again, she said that “we don’t talk to the media.”

SAGE, a well-known broker in the Bulgarian capital Sofia, declined a request for interviews with BuzzFeed News. But two Bulgarian arms dealers say SAGE has indeed been manufacturing the 9M111 missile, at a factory called VMZ, for the US government. “They make them only for the Americans,” one said, adding that the US buys as many as SAGE can manufacture.

Em https://www.buzzfeed.com/aramroston/blowback-isis-got-a-powerful-missile-the-cia-secretly?utm_term=.lfzo1D3jd#.jv0DE9g0N

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Medida Provisória reduz impostos para petroleiras estrangeiras

Posted by iscariotes em 6 de dezembro de 2017

Fonte: Clube de Engenharia

A Câmara dos Deputados aprovou, em 29 de novembro último, o texto-base da Medida Provisória (MP) 795/2017, encaminhada pelo Governo Federal, que estabelece redução de impostos, até 2040, das empresas petrolíferas estrangeiras que atuam na exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás no Brasil. Por 208 votos a 184, a medida agora segue para o Senado Federal e, se aprovada, será promulgada e convertida em lei.

A MP entrou em vigor em agosto, quando foi assinada pelo presidente Michel Temer, mas precisa ser aprovada pelo Congresso até 15 de dezembro para não caducar. Originalmente, o texto estabelecia o regime tributário especial até 2022, mas o relator da matéria na Câmara, deputado Julio Lopes (PP-RJ), estendeu o benefício até 2040. O texto estabelece isenção do Imposto de Importação (II), do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e das respectivas contribuições para o Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP), e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS).

Trata-se de mais uma medida que contribui para o esfacelamento da engenharia brasileira e da indústria aqui instalada, a exemplo da retirada da obrigatoriedade da participação da PETROBRÁS na exploração do pré-sal e  do abandono da política de conteúdo local. Em 25 de outubro, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional, formada por deputados e senadores de diferentes partidos e lançada no Clube de Engenharia em 2 de outubro, divulgou manifesto em que critica a MP: “Atingiu-se o ápice da pirataria institucional com a tentativa de compra das petroleiras estrangeiras de uma legislação para não pagar impostos, ou pagar o mínimo deles, na exploração do pré-sal. Lembremos que o pré-sal, quando descoberto e confirmado, era visto como fantástico instrumento de redenção econômica para o Brasil”, dizia o documento.

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) também criticou a MP. Para ela, os bens de capital usados na exploração e produção de petróleo que possuam similar nacional, devem ter importação taxada. Esse é o meio de assegurar proteção ao desenvolvimento e aos empregos da indústria aqui instalada.

Isenções poderiam chegar a R$1 trilhão

Em estudo técnico, a Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados calcula que a redução de receita tributária em Imposto de Renda (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) poderá ser superior a 1 trilhão de reais nos campos do pré-sal. Além disso, ao contrário das práticas internacionais, a MP incentiva a importação de bens de alto valor agregado, em detrimento dos fornecedores locais. “Em suma, a exploração e produção petrolífera no Brasil, especialmente nos campos da extraordinária província do pré-sal, caminham para uma situação de baixíssima participação governamental e para baixíssimos índices de conteúdo local com a edição da MP”, diz o texto.

Soberania nacional 

Em momento de grave crise na engenharia nacional, o incentivo  a petroleiras estrangeiras é notícia de destaque na imprensa internacional. O jornal inglês The Guardian noticiou que o ministro de Comércio do Reino Unido, Greg Hands, viajou ao Brasil em março para fazer lobby a favor da redução de impostos para petroleiras que atuam no país. Na ocasião, o ministro se encontrou com Paulo Pedrosa, secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia. Telegrama oficial, segundo o The Guardian, informa que gigantes estrangeiras do setor de petróleo e gás, como a BP, Premier Oil e Shell, pressionaram o governo britânico em prol do lobby por redução de impostos no Brasil, deixando evidente o ataque à nossa soberania.

Em http://www.portalclubedeengenharia.org.br/info/medida-provisoria-reduz-impostos-para-petroleiras-estrangeiras

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NSA DOCUMENT SAYS SAUDI PRINCE DIRECTLY ORDERED COORDINATED ATTACK BY SYRIAN REBELS ON DAMASCUS

Posted by iscariotes em 25 de outubro de 2017

Fonte: Intercept

A LOOSELY KNIT collection of Syrian rebel fighters set up positions on March 18, 2013, and fired several barrages of rockets at targets in the heart of Damascus, Bashar al-Assad’s capital. The attack was a brazen show of force by rebels under the banner of the Free Syrian Army, targeting the presidential palace, Damascus International Airport, and a government security compound. It sent a chilling message to the regime about its increasingly shaky hold on the country, two years after an uprising against its rule began.

Behind the attacks, the influence of a foreign power loomed. According to a top-secret National Security Agency document provided by whistleblower Edward Snowden, the March 2013 rocket attacks were directly ordered by a member of the Saudi royal family, Prince Salman bin Sultan, to help mark the second anniversary of the Syrian revolution. Salman had provided 120 tons of explosives and other weaponry to opposition forces, giving them instructions to “light up Damascus” and “flatten” the airport, the document, produced by U.S. government surveillance on Syrian opposition factions, shows.

The Saudis were long bent on unseating Assad. Salman was one of the key Saudi officials responsible for prosecuting the war in Syria, serving as a high-ranking intelligence official before being promoted to deputy minister of defense later in 2013.

The NSA document provides a glimpse into how the war had evolved from its early stages of popular uprisings and repression. By the time of the March 2013 attack, arguably the most salient dynamic in the conflict was the foreign powers on both sides fueling what appeared to be a bloody, entrenched stalemate. The document points to how deeply these foreign powers would become involved in parts of the armed uprising, even choosing specific operations for their local allies to carry out.

“A revolution, a proxy war, and a civil war are not necessarily mutually exclusive of each other,” said Aron Lund, an expert on Syria at The Century Foundation, a New York-based think tank. “All these things can exist simultaneously in the same country, as seems to have been the case in Syria.”

The uprising against the Assad regime in 2011 was in line with a wave of civil revolutions that broke out across the Middle East that year. Thousands of people living under much-reviled dictatorships sought to overthrow their rulers, launching mass demonstrations and sometimes engaging in armed attacks. Inspired by initial successes in Tunisia and Egypt, Syrians took to the streets in huge numbers. But their uprising would not be able to chart the same peaceful trajectory. In response to the protests, the Assad regime and its security forces waged an open war against their own people, refusing to countenance any change in power.

The crackdown shocked international observers. The then-largely civilian uprising, faced with extermination or resistance, took up arms. Assad’s response, though, coupled with the burgeoning revolution, also opened the door for the involvement of unscrupulous foreign powers. Since the conflict began, both sides of Syria’s civil war have received significant support from abroad. Opposition groups got help from Turkey, Qatar, and Saudi Arabia, while the government has been propped up by the efforts of Iran and Russia.

The March 2013 attacks in Damascus provide a concrete example of the role that foreign powers played in the day-to-day reality of the conflict. A number of videos posted by Syrian opposition media on the day of the attacks purport to show rebel fighters firing rockets at the same sites mentioned in the U.S. document. Local media reports from that day described an attack in which rockets struck within the areas of the presidential palace, a local government security branch, and the airport. A representative of the U.K.-based Syrian Observatory for Human Rights quoted in a story the next day reporting the attacks, stating that they were unable to confirm whether they resulted in casualties.

The U.S. document, based on surveillance of “opposition plans and operations,” did not indicate whether the attacks deliberately targeted civilians or involved any extremist groups — but it did show that American spies found out about the attacks several days before they were launched.

Analyzing the videos of the attacks posted online by opposition factions, Lund said, “There appear to be several different groups involved, all identifying themselves as different factions of the ‘Free Syrian Army,’ and all apparently linking back to the same sponsor.”

Because of the fragmentary nature of the Syrian opposition since the early days of the conflict, it is difficult to know who else received arms or what strategy, if any, was being employed by outside sponsors to try and place various factions under central control. Over time, however, this chaotic strategic environment aided the cause of terrorist groups in Syria, as well as the regime.

THE NSA DOCUMENT speaks to a defining question faced by the Syrian opposition — and any insurgent group: Where to get weapons and supplies?

In Syria, the uprising’s arms initially came from defecting army units that, outraged at the regime’s crackdown, joined the opposition. Among those who turned against Assad were high-ranking officials like Lt. Col. Hussein al-Harmoush, an army officer who had denounced the Syrian dictator after a wave of massacres in 2011. (Harmoush was likely abducted in Turkey and returned to Syria. After giving a videotaped “confession” on Syrian state television after his return, he has not been heard from since.)

“Refusenik” officers like Harmoush helped found the original armed groups that coalesced into the “Free Syrian Army,” a name that was more of a brand for the opposition than a singular entity. Groups identifying themselves as Free Syrian Army adopted Syria’s old independence flag and began conducting small operations across the country to defend protesters and requisition arms. Over time, the Free Syrian Army came to represent a diverse spectrum of nationalist opposition, Muslim Brotherhood-aligned Islamists, and family and tribal networks that took up arms to defend their villages and towns. (In contrast, hardline Islamists like Al Qaeda-affiliated Jabhat al-Nusra and the Islamic State did not take up the Free Syrian Army name or flag, due to their ideological opposition to nationalism.)

Em https://theintercept.com/2017/10/24/syria-rebels-nsa-saudi-prince-assad/?comments=1#comments

 

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Ex-militar dos EUA sobre alegada evacuação do Daesh: ‘Estamos salvando nossos aliados’

Posted by iscariotes em 11 de setembro de 2017

Fonte: Sputnik

Na quinta-feira (7), a Sputnik recebeu a informação de que a Força Aérea dos EUA tinha evacuado mais de 20 chefes militares e militantes do Daesh de Deir ez-Zor nos fins de agosto durante a operação bem-sucedida das forças governamentais sírias para libertar a área dos terroristas. Os militantes teriam sido levados ao norte da Síria. A coalizão internacional negou a informação.

Comentando essa informação, Karen Kwiatkowski, ex-tenente-coronel da Força Aérea dos EUA, disse à Sputnik Internacionalque os evacuados deviam ser pessoas que os militares e a inteligência dos EUA queriam defender, “mais precisamente pessoas com provas que poderiam ser usadas contra os EUA [durante] negociações”.

“É mais do que lógico que nós queiramos ou matar aquelas pessoas ou retirá-las antes que os sírios as possam interrogar”, opinou Kwiatkowski.

Segundo o ex-militar, as relações que a CIA, alguns militares e parte do Departamento de Estado têm com o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia) começaram antes da administração de Donald Trump.

Ele sublinhou que a CIA realiza suas próprias operações sem consultar ninguém, inclusive Trump, que, por sua vez, tem mostrado “firmeza sobre eliminação destes terroristas”.

Kwiatkowski explicou que os projetos encobertos da CIA não precisam de aprovação diária do presidente. Se aquela evacuação foi um destes projetos, “é um procedimento operacional comum sem eles se preocuparem muito com o que o presidente diz em discursos destinados para consumo do povo norte-americano”, ressaltou.

Daesh fighter

 

Ele também comentou que as notícias sobre a evacuação de terroristas de Deir ez-Zor contradizem a campanha pública de Washington contra o Daesh, pois a mídia local diz que os norte-americanos estão matando o Daesh e não salvando.

“Sem dúvidas, estamos salvando nossos aliados. Mas, de certo modo, estamos salvando as pessoas que têm trabalhado conosco, que estão tratando dos aspetos financeiros de nossa ajuda ao Daesh […]”, afirmou.

As notícias sobre a alegada operação de salvação dos comandantes do Daesh em Deir ez-Zor fez com que especialistas russos se dirigissem ao presidente Trump para comentar diretamente as afirmações, ignorando quaisquer comentários da CIA ou do Pentágono.

Em entrevista à Sputnik, o analista militar russo Igor Korotchenko disse que Trump “deve comentar isso e declarar claramente se a evacuação de comandantes do Daesh foi autorizada por ele próprio […] ou se os serviços secretos dos EUA agiram sem a aprovação dele”.

Em https://br.sputniknews.com/opiniao/201709109316512-evacuacao-daesh-eua-salvar-aliados/

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FAB: Avião com cocaína decolou de fazenda que pertence a Blairo Maggi

Posted by iscariotes em 19 de agosto de 2017

Fonte: Carta Capital

A Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou no domingo 25 um avião bimotor, na região de Aragarças (GO), em uma ação que culminou na apreensão de 653 quilos de cocaína. De acordo com a FAB, o avião, de matrícula PT-IIJ, decolou da Fazenda Itamarati Norte, no município de Campo Novo do Parecis (MT) com destino a Santo Antonio do Leverger (MT). A Fazenda Itamarati Norte pertence ao senador licenciado e ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP).

A assessoria de imprensa do Grupo Amaggi, que pertence ao ministro e a seus familiares, confirmou por telefone a CartaCapital que uma fazenda com “o mesmo nome” do divulgado pela FAB pertence ao grupo, e disse que preparava nota oficial.

Em nota oficial (confira a íntegra no fim do texto), a Amaggi negou ter qualquer relação com a aeronave e afirmou que não emitiu autorização de pouso ou decolagem para a mesma. Além disso, argumentou que a região de Campo Novo do Parecis é “vulnerável à ação de grupos do tráfico internacional de drogas, dada a sua proximidade com a fronteira do estado de Mato Grosso com a Bolívia” e que já auxiliou a Polícia Federal em uma ação similar em outra fazenda da região.

No site da Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso, há um processo de licenciamento de um aeródromo na Fazenda Itamarati Norte, em Campo Novo do Parecis, que tem como proprietário o Grupo Amaggi.

A assessoria de imprensa do Ministério da Agricultura encaminhou a solicitação de informações de CartaCapital a um assessor pessoal de Maggi, que repassou o contato à assessoria do Grupo Amaggi. Segundo reportagem da revista Globo Rural, a Fazenda Itamarati Norte foi adquirida em junho de 2010 pelo Grupo Amaggi. A propriedade foi arrendada por oito anos do empresário Olacyr de Moraes, conhecido como “Rei da Soja”.

Consulta pela matrícula do bimotor no sistema do Registro Aéreo Brasileiro (RAB), da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), mostra que a aeronave pertence a Jeison Moreira Souza.

Em uma segunda nota, publicada nesta segunda-feira 26, a FAB afirmou que a informação de que o bimotor decolou da Fazenda Itamarati Norte foi fornecida pelo próprio piloto, durante a abordagem. “A confirmação do local exato da decolagem fará parte da investigação conduzida pela autoridade policial”, afirmou a Força Aérea.

A interceptação

A interceptação da aeronave ocorreu durante a Operação Ostium, dedicada a coibir ilícitos transfronteiriços, na qual atuam em conjunto a FAB, a Polícia Federal e órgãos de segurança pública.

A interceptação, feita por uma aeronave A-29 Super Tucano, teve início às 13h17 de domingo. Segundo a FAB, o piloto seguiu os protocolos das medidas de policiamento do espaço aéreo e interrogou o piloto do bimotor. Na sequência, determinou a mudança de rota e o pouso obrigatório no Aeródromo de Aragarças (GO).

Inicialmente, afirma a FAB, a aeronave interceptada seguiu as instruções da defesa aérea, mas em vez de pousar no aeródromo indicado, arremeteu. O piloto da FAB, diz a Aeronáutica, novamente comandou a mudança de rota e solicitou o pouso, porém o avião não respondeu.

A partir desse momento, afirma a FAB, o bimotor foi classificado como hostil. O A-29 executou um tiro de aviso, para forçar o piloto da aeronave interceptada a cumprir as determinações da defesa aérea, e voltou a determinar o pouso obrigatório. O avião interceptado novamente não respondeu e pousou na zona rural do município de Jussara (GO).

De acordo com a Polícia Militar de Goiás, os ocupantes da aeronave fugiram após um pouso na área rural do município. Um helicóptero da PM-GO foi acionado e realizou buscas no local. Inicialmente, a FAB apontou que a carga apreendida era de 500 quilos de cocaína, mas a PM atualizou o número, elevando para 653 quilos. Ainda segundo a PM do estado, a carga está avaliada em 13 milhões de reais.

Segundo a FAB, o avião seria removido para o quartel da Polícia Militar de Goiás em Jussara. A droga apreendida será encaminhada para a Polícia Federal em Goiânia.

O que disse a Amaggi

A respeito das informações divulgadas pela Força Aérea Brasileira no último domingo 25, dando conta da interceptação de uma aeronave carregada de entorpecentes que teria decolado de uma pista localizada na Fazenda Itamarati, arrendada pela Amaggi, a companhia vem a público informar que:

a) Tomou conhecimento do caso por meio da imprensa e aguarda o desenrolar das investigações sobre a propriedade da aeronave e as circunstâncias exatas em que ela – conforme afirma a FAB – teria pousado na Fazenda Itamarati e decolado a partir de uma de suas pistas;

b) A empresa não tem qualquer ligação com a aeronave descrita pela FAB e não emitiu autorização para pouso/decolagem da mesma em qualquer uma de suas pistas;

c) Localizada em Campo Novo do Parecis, a parte arrendada pela Amaggi na Fazenda Itamarati conta com 11 pistas autorizadas para pouso eventual (apropriadas para a operação de aviões agrícolas, o que não demanda vigilância permanente) localizadas em pontos esparsos de 54,3 mil hectares de extensão;

d) A região de Campo Novo do Parecis tem sido vulnerável à ação de grupos do tráfico internacional de drogas, dada a sua proximidade com a fronteira do estado de Mato Grosso com a Bolívia;

e) Tal vulnerabilidade acomete também as fazendas localizadas na região. Em abril deste ano, a Amaggi chegou a prestar apoio a uma operação da Polícia Federal (PF), quando a mesma foi informada de que uma aeronave clandestina pousaria com cerca de 400 kg de entorpecentes (conforme noticiado à época) em uma das pistas auxiliares da fazenda. Na ocasião, a PF realizou ação de interceptação com total apoio da Amaggi, a qual resultou bem-sucedida.

A Amaggi se coloca à disposição das autoridades para prestar todo apoio possível às investigações do caso.

Em https://www.cartacapital.com.br/blogs/parlatorio/aviao-com-500-kg-de-cocaina-decolou-de-fazenda-de-blairo-maggi

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This is the proof that the 1% have been running the show for 800 years

Posted by iscariotes em 17 de maio de 2017

Fonte: Quartz

A family’s status in society can persist for eight centuries or more, according to a new study by two economists using the educational status and surnames in England between 1170 and 2012. That’s 28 whole generations.

Surnames were first adopted by the upper classes in England, mainly the Norman, Breton, and Flemish conquerors of England in 1066, usually from their estates in Normandy and recorded in the Domesday Book of 1086, the nation’s oldest surviving public record and effectively, the first census conducted. Many of these surnames persist: Baskerville, Darcy, Montgomery, Neville, Percy, and Talbot. Many of these have persisted at the very top of society for generations.

Attendance at Oxford or Cambridge has an even stronger correlation. Just consider some of the barriers to entry, such as the fact that Oxbridge (as the two universities are known in Britain) had its own special entrance exams until 1986, and until 1940, the exams for Oxford included a test in Latin. And this despite the fact that attendance to all British universities was free until 1986. “Social status is more strongly inherited even than height,” writes Gregory Clark of the University of California, Davis and Neil Cummins of the London School of Economics. “This correlation is unchanged over centuries. Social mobility in England in 2012 was little greater than in preindustrial times.”

And before 1902, there was little public support for university education in England. Most scholarships went to students from the elite secondary schools to help them excel in the scholarship exams, not because they were poor and talented. The scientists expected that the expansion of state support in the 60 years to the 1980s for secondary and college education would stem the tide of the same names appearing. “There is no evidence of this,” they said. “The earlier surname elite persisted just as tenaciously after 1950 as before.”

In fact, all the social and economic changes we take for granted haven’t made a lick of difference to the correlation between elite and best-educated surnames and social status. “Even more remarkable is the lack of a sign of any decline in status persistence across major institutional changes, such as the Industrial Revolution of the eighteenth century, the spread of universal schooling in the late nineteenth century, or the rise of the social democratic state in the twentieth century,” they said.

This study is not the first to show how entrenched wealth has become. Quartz has written on how the bottom 90% of US families are no wealthier than in 1986 and Thomas Piketty’s examination of capitalism met with rapturous reviews. But Cummins and Clark’s work does show how far it goes.

Em https://qz.com/301150/this-is-the-proof-that-the-1-have-been-running-the-show-for-800-years/

 

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Mega ataque de ransomware pode ter usado ferramenta de exploit da NSA

Posted by iscariotes em 13 de maio de 2017

Fonte: IDG Now

Um ataque de ransomware parece estar se espalhando pelo mundo, usando uma ferramenta de hacking que pode ter vindo da Agência de Segurança Nacional dos EUA. O ransomware, chamado Wanna Decryptor, atingiu hospitais no National Health Service da Inglaterra, nessa sexta-feira, 12/5, derrubando parte de sua rede.

A equipe de resposta de computador da Espanha, a CCN-CERT, também alertou sobre um “ataque maciço”, em meio a relatos de que a empresa de telecomunicações local Telefonica foi atingida.

Funcionários da Telefonica reportaram que foram orientados a desligar seus computadores. E que o problema teria afetado também os sistemas da seguradora espanhola Mapfre, do banco BBVA e até alguns funcionários da Telefonica no Brasil – funcionários de outras empresas brasileiras também relatam ter sido atingidos pelo ataque.

“A Telefônica Brasil informa que seus serviços não foram afetados pelo incidente. A empresa informa também que os dados dos clientes estão absolutamente seguros e que eles podem continuar usando os serviços normalmente”, afirmou a empresa em nota enviada ao IDG Now!.

O ransomware, também conhecido como WannaCry, explora uma vulnerabilidade do Windows divulgada no mês passado quando ferramentas de hacking usadas pela NSA vazou na internet.

Segundo a Kaspersky, o ataque já afetou mais de 45 mil computadores em mais de 70 países pelo mundo, incluindo Brasil e EUA, além de diversos locais da Europa.

As ferramentas incluem uma invasão de codinome EternalBlue, que torna o sequestro de sistemas Windows mais fácil. Ela se destina especificamente ao protocolo Server Message Block (SMB) no Windows, utilizado para fins de compartilhamento de arquivos.

A Microsoft já corrigiu a vulnerabilidade, mas apenas para sistemas Windows mais recentes. Os antigos, como o Windows Server 2003, não são mais suportados, mas ainda são amplamente utilizados entre as empresas, de acordo com especialistas em segurança.

Isso pode ter animado os hackers. O desenvolvedor do Wanna Decryptor parece ter adicionado as supostas ferramentas hackers da NSA ao código do ransomware, disse Matthew Hickey, diretor do provedor de segurança, em um e-mail.

A empresa de segurança Avast disse ter detectado o ransomware atacando principalmente a Rússia, Ucrânia e Taiwan. Outra empresa de pesquisa de segurança, MalwareTech, criou uma página de monitoramento dos ataques. Eles parecem ter ido para todo o mundo.

O ransomware Wanna Decryptor  ataca criptografando todos os arquivos em um PC infectado, juntamente com qualquer outro sistema na rede onde o PC está conectado. Em seguida, exige um resgate de cerca de US$300 a US$600 em bitcoin para liberar os arquivos, ameaçando excluí-los após um período definido de dias se o montante não for pago.

Especialistas em segurança estão orientando as organizações a corrigirem  sistemas vulneráveis, atualizar para as versões mais recentes seus sistemas operacionais e fazer backups de arquivos críticos.

Em http://idgnow.com.br/internet/2017/05/12/mega-ataque-do-ransomware-wanna-decryptor-derruba-sistemas-em-todo-o-mundo/

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Cantor Fitzgerald Settles 9/11 Suit Against American Airlines for $135 Million

Posted by iscariotes em 6 de maio de 2017

Fonte: NY Times

More than a dozen years after the Sept. 11 attacks, a last major piece of litigation against the airline industry and other defendants moved toward an end on Tuesday, as the Wall Street firm Cantor Fitzgerald revealed that it would settle its lawsuit for $135 million.

Cantor had accused American Airlines of negligence in allowing five terrorists to board the plane in Boston that crashed into the World Trade Center’s north tower, killing 658 of Cantor’s almost 1,000 employees in New York.

No amount of money, of course, could compensate Cantor or its families for the losses on Sept. 11, but the agreement, announced less than a month before the case was to be tried in Manhattan, followed years of legal sparring over what damages Cantor could seek.

After the proceeding, Cantor’s chairman, Howard W. Lutnick, said in a statement: “For the insurance companies, this was just another case, just another settlement, but not for us. We could never, and will never, consider it ordinary. For us, there is no way to describe this compromise with inapt words like ordinary, fair or reasonable. All we can say is that the legal formality of this matter is over.”

http://www.nytimes.com/2013/12/18/nyregion/cantor-fitzgerald-settles-9-11-lawsuit-for-135-million.html

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EUA reconhecem mortes de guatemaltecos por sífilis

Posted by iscariotes em 6 de maio de 2017

Fonte: Carta Capital

Depois de mais de 60 anos, os Estados Unidos reconhecem que cientistas americanos fizeram experimentos com vírus da sífilis e gonorreia em mais de mil pessoas na Guatelama nos anos 1940. Os experimentos causaram a morte de 83 guatemaltecos à época. O reconhecimento foi feito pelo presidente Barack Obama nesta segunda-feira (29). após a conclusão da comissão presidencial para Estudos dos Assuntos da Bioética sobre o assunto.

O experimento, que contaminou 1,3 mil pessoas na Cidade da Guatemala, de acordo com a comissão, permaneceu em segredo por mais de seis décadas. Os EUA admitiram os testes em outubro de 2010, quando a secretária de Estado, Hillary Clinton, e a secretária da Saúde, Kathleen Sebelius, fizeram uma declaração conjunta desculpando-se pela pesquisa.

O grupo de investigação disse que os cientistas americanos infectaram prisioneiros, pacientes psiquiátricos e órfãos em estudos que testavam a abrangência da penicilina. Um relatório deverá ser divulgado no próximo mês com conclusões finais sobre o caso com recomendações e uma análise histórica para evitar que a situação se repita.

De acordo com a presidente da comissão, Amy Gutmann os cientistas “não pediram o consentimento das pessoas e as enganaram, não dando tratamento com penicilina às que estavam infectadas com sífilis e gonorreia”.

Por telefone, Obama pediu desculpas ao presidente da Guatemala, Álvaro Colom, dizendo que os estudos contrariam os valores norte-americanos. No começo deste ano, vários cidadãos guatemaltecos infectados à época e parentes das vítimas anunciaram que estavam abrindo um processo contra o governo americano.

No total, um grupo de 5,5 mil pessoas participaram dos estudos, sem saber dos riscos que corriam, segundo declarações de um dos investigadores, Stephen Hauser. Na relação dos infectados, apenas 700 receberam tratamento médico. Ao fim, 83 morreram.

A sífilis pode causar cegueira, distúrbios mentais e até a morte, caso os doentes não recebam o devido tratamento. Menos nociva e mais fácil de curar que a sífilis, a gonorreia pode se espalhar pelo organismo e até causar infertilidade nos homens.

A história dos experimentos americanos na Guatemala veio à tona no ano passado, fruto de uma pesquisa histórica da professora Susan Reverby, do Wellesley College, de Massachusetts. Segundo a acadêmica, o governo guatemalteco da época deu permissão aos estudos, que ocorreram entre 1946 e 1948.

Em https://www.cartacapital.com.br/internacional/eua-reconhecem-morte-de-83-guatemaltecos-em-experimento-sobre-sifilis

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Italian Officials Call For Investigation Of George Soros Supported NGO Migrant Fleet

Posted by iscariotes em 29 de março de 2017

Fonte: Disobedient Media

Italian authorities are calling for monitoring of the funding of an NGO fleet bussing migrants into the EU from the North African coast after a report released the European Border and Coast Guard Agency has determined that the members of the fleet are acting as accomplices to people smugglers and directly contributing to the risk of death migrants face when attempting to enter the EU.

The report from regulatory agency Frontex suggests that NGOs sponsoring ships in the fleet are now acting as veritable accomplices to people smugglers due to their service which, in effect, provides a reliable shuttle service for migrants from North Africa to Italy. The fleet lowers smugglers’ costs, as it all but eliminates the need to procure seaworthy vessels capable making a full voyage across the Mediterranean to the European coastline. Traffickers are also able to operate with much less risk of arrest by European law enforcement officers. Frontex specifically noted that traffickers have intentionally sought to alter their strategy, sending their vessels to ships run by the NGO fleet rather than the Italian and EU military.

On March 25th, 2017, Italian news source Il Giornale carried remarks from Carmelo Zuccaro, the chief prosecutor of Catania (Sicily) calling for monitoring of the funding behind the NGO groups engaged in operating the migrant fleet. He stated that “the facilitation of illegal immigration is a punishable offense regardless of the intention.” While it is not a crime to enter the waters of a foreign country and pick them migrants, NGOs are supposed to land them at the nearest port of call, which would have been somewhere along the North African coast instead of in Italy. The chief prosecutor also noted that Italy is investigating Islamic radicalization occurring in prisons and camps where immigrants are hired off the books.

Italy has for some months been reeling under the pressure of massive numbers of migrants who have been moving from North Africa into the southern states of the European Union. In December 2016, The Express cited comments made by Virginia Raggi, the mayor of Vatican City, stating that Rome was on the verge of a “war” between migrants and poor Italians. The wave of migrants has also caused issues in southern Italy, where the Sicilian Cosa Nostra has declared a “war on migrants” last year amid reports that the Italian mafia had begun fighting with North African crime gangs who entered the EU among migrant populations.

In February 2016, Disobedient Media published research indicating that multiple ships operating in the fleet mentioned by Frontex are sponsored by NGO groups with financial ties to organizations run by George Soros and donors to Hillary Clinton. Reports have also emerged citing a study by counter-extremism group Quilliam which states that ISIS now controls the human trafficking scene in North Africa and is actively recruiting from the migrant population. In addition to acting as de facto accomplices of human traffickers, the NGO’s criticized by Frontex may also be contributing to the worsening terror situation in Europe though their actions.

Em http://disobedientmedia.com/italian-officials-call-for-investigation-of-george-soros-supported-ngo-migrant-fleet/

 

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